Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Nasceu na Lelerolândia .Diferentemente de todas as crianças, ela foi criada por um robô chamado de Piradinho que sem querer apertou num botão encantado e de repente um bebê muito louquinho nasceu, mas não tinha nome, então recebeu o nome de Lelé em homenagem a cidade.
Lelé cresceu e se formou na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e fez pós-graduação em risos. Atualmente a Drª. Lelé vem de trem do Coité junto com toda sua família da USP diretamente para os hospitais onde aos sábados deposita todo seu amor nas crianças e leva sua mágica de fazer todos rirem com suas loucuras, felicidade, alegria e suas danças malucas.
Leidyanne Albuquerque
Estudante do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Drª. Luna Colorau
Ano(s): 2015/2016, 2016/2017
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Drª. Luna Colorau nasceu no mundo da lua, bem como o nome sugere, e desde o dia em que o homem fincou bandeira por lá, veio com seus pais (Avoada e Aluado) tentar a vida em terras terráqueas. Talvez por sua mente viver meio aqui, meio lá, é tachada de Lunática, fato que não lhe incomoda e ainda faz sentir mais perto de casa. O sobrenome não carece maiores explicações já que basta olhar pra entender que foi fruto de uma experiência que não deu muito certo, quando seu pai misturou um pouco do tempero avermelhado no shampoo e do fatídico dia até então, os cabelos da menina refletem a cor do fogo. Formou-se em Besteirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão) com Doutorado em Magia do Riso, e usa de seus instrumentos encantados para pintar sorrisos em crianças nos hospitais, sábado sim, sábado não.
Leily Leite
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL..
Dr. Futeboleiro
Ano(s): 2022/2023, 2023/2024
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
O Dr. Futeboleiro, natural da cidade de Estadiolândia. Ele sempre foi uma criança muito traquina, a qual corria animada por todos os lugares da sua cidade, chutando a sua pequena bolinha de futebol e tirando o sossego de todos os moradores de sua região. Assim, o seu jeito sapeca de ser não era muito bem visto por todas as pessoas da sua localidade, visto que uma cidade, como Estadiolândia, acostumada em formar e treinar jogadores em altíssimo nível mundial. Não se admitia mais as inúmeras “bolas fora” e os inúmeros tropeções que o Dr. Futeboleiro dava pela cidade, que não só quebravam os diversos refletores de Estadiolândia, mas como também as pequeninas canelas e o nariz do Dr. Futeboleiro. A sua mãe, Dr. Florzinha Jardim, cansada de ver a indiferença e o desamparo sofridos pelo seu filho, trouxe-o para morar com ela, na cidade de Coité do Nóia e o matriculou na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, ele cursou a graduação em “Boleiragem divertida”, com uma especialização em “Parceirologia Solidária I”. O Dr. Futeboleiro também teve a grandiosa oportunidade de integrar a equipe do Sorriso de Plantão Futebol Clube (SPFC), na qual, pela primeira vez, depois de muito tempo, ele se sentia acolhido e amado por todos os seus companheiros de equipe, sendo quem realmente ele era. Agora, o Dr, Futeboleiro leva a vida, correndo das inúmeras energias negativas, driblando os inúmeros obstáculos cotidianos, tabelando as alegrias e felicidades com os seus companheiros de equipe e marcando inúmeros gols de amor e afeto a todos que habitam ao seu redor.
Leonam de Oliveira
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr. Jornaleiro
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Na cidade de Fofocolândia, a sra. Jornalista de Calçada e a sra. Contadora de Histórias adotaram um menino muito conversador: seu nome era Jornaleiro. Elas colocaram esse nome pela sua personalidade: meio curioso como um jornalista, mas também muito fofoqueiro, sempre pronto a contar histórias das mais diversas. Jornaleiro cresceu e, com muito esforço e incentivo de suas mamães, foi aprovado em Conversaterapia na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, ele se encantou com o mundo das palavras e aprendeu que poderia espalhar afeto por meio do seu jeito conversador. Formou-se e foi morar em Coité do Noia para trabalhar espalhando atenção, escuta e muitas fofoquinhas do bem, as quais tiram boas risadas de quem as ouve. E, hoje, quem chega em Coité, sempre ouve de seus moradores que a cidade ganhou muita cor e alegria com a chegada desse habitante tagarela! Assim, Jornaleiro prova que é possível edificar a fofoca, de modo saudável, a favor de se obter alegrias.
Leonardo Bruno
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Folgado Sardinha
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Folgado Sardinha, filho de Mamushka e Napoleão Sardinha, irmão de Apolo, Ulisses, Thor, Abelardo, Paco e Dionísio, de uma novela aí, é o doutor maaais folgado de todos, daí o nome.
O que tem de folgado, tem de desenrolado: Bacharel em Besteirologia (USP - Universidade Sorriso de Plantão), possui doze pós-graduações e meia dose de loucura, Mestre em Besteirologia Quântica (UFAL - Universidade Federal de Algum Lugar), Doutor em Besteirologia Aplicada (UEPA - Universidade Estadual Paz e Amor). Não sabe de nada, inocente, mas tenta de tudo!
Leonardo Oliveira
Estudante do curso de Direito da Universidade Federal de Alagoas - UFAL (a verdadeira).
Dra. Emoções
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital da Criança
Filha da Sra. Dona da Razão e do Sr. Sentimental Demais, Emoções vivia na Terra da Imaginação, onde gostava de passear pelas mais diversas regiões, desde a Besteirolândia até a Ilha da Família, produzindo boas memórias por onde passava. Algum tempo depois, sendo guiada pelo desejo de viver e contar novas histórias em um lugar diferente, decidiu entrar no Trem do Pensamento em direção a Coité do Nóia, lugar em que prestou vestibular para a Universidade Sorriso de Plantão (USP). Assim, formou-se em Emocionalogia e Divertidologia com pós-graduação nos Manuais da Mente e do Riso. Desde então, aos sábados ela pega carona no Trem da Alegria, junto aos seus irmãos palhaços doutores, para brincar e criar memórias divertidas com outras crianças. Dessa forma, Emoções honra a frase que seu avô Pedroca sempre dizia: "se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi".
Letícia Cavalcante
Dra. Salinê
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Era uma vez uma sereia chamada Salinê, que vivia nas águas cristalinas de um Reino encantado no fundo do mar. Lá, era conhecida não só por seu sorriso e cauda prateada, mas por algo ainda mais raro: suas histórias. Salinê colecionava relatos de criaturas marinhas, de corais que dançavam com as marés, e de peixes que sabiam cantar. Mas ela queria mais. Queria conhecer o mundo dos humanos, ouvir suas risadas, entender suas dores e espalhar alegria onde houvesse silêncio. Numa de suas viagens submarinas, encontrou uma concha mágica, antiga como o oceano, que lhe ofereceu um desejo: a chance de caminhar em terra firme como humana. Sem hesitar, Salinê aceitou. Ao emergir, descobriu praias, cidades e sorrisos humanos. Mas foi em um lugar especial, chamado Coité do Nóia, que seu coração encontrou um novo lar. Lá conheceu a Universidade Sorriso de Plantão (USP), um grupo de palhaços de hospital que espalhava riso e afeto por onde passava. Salinê se juntou ao grupo, agora com nariz vermelho e sapato colorido, e passou a visitar hospitais, encantando crianças e adultos com suas canções do fundo do mar, suas histórias de polvo poeta e baleias bailarinas. Ninguém imaginava que por trás daquela maquiagem alegre estava uma verdadeira sereia.
Leticia Maria da Costa Mendes
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dra. Pulinhos
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Ano(s): 2023/2024, 2024/2025
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Pulinhos é uma menina feita de molas criada pelo inventor Sr. Faz-Tudo. Ele havia pedido uma caixa de engrenagens para sua próxima criação, mas o correio se confundiu e trouxe uma caixa com milhares de molas, de todos os tamanhos. Então ele, que sempre pensou em fazer algo humano, decidiu que iria tentar criar uma pessoa com aquelas molas com o material que já havia em sua oficina. E assim nasceu Pulinhos, cujos pés não param de saltitar e a cabeça possui inúmeras molas (que os humanos normais chamam de “cachos”, sem saber do que se trata). Ela vivia acostumada com seus pulos, mas o fato de não ser uma pessoa de carne e osso a deixava incomodada às vezes. “O que eu posso fazer para ser mais como os outros?”, ela pensava sempre antes de dormir. Até que um dia, enquanto andava-pulava em uma praça, ela viu uma criança imitando seu jeito de andar e rindo. Pulinhos parou e a criança parou também. Então ela pulou ainda mais alto e a criança tentou fazer igual, dando risadas e pedindo para ela fazer de novo. Elas, assim, passaram a tarde inteira brincando e, no final, quando elas se despediram e deram um abraço de tchau. Pulinhos viu que havia um lindo arco-íris no céu e foi, então, que sentiu o seu coração de mola saltando como nunca. Percebeu-se que não precisava mudar seu jeito para ser aceita. Assim, Pulinhos procurou como poderia se envolver ainda mais na arte de promover alegria e encontrou a Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, ela cursou Felicidadologia e fez Pós-Graduação em Brincadeiras Animadas. E, hoje em dia, seu pai enche-se de orgulho de sua criação saltitante, que passa seus sábados sendo tão humana quanto qualquer conjunto de carne, osso e sonhos poderia ser, junto dos seus novos irmãos da USP e de todas as crianças que um dia pensaram que era ruim ser diferente dos “normais”.
Letícia Rodrigues
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Tintilê
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Tintilê nasceu de uma fusão improvável entre um azul turquesa bem calmo e um rosa choque escandalosamente alegre. Quando essas cores se encontraram no céu. Ela apareceu girando, sorrindo e já vestindo suas primeiras roupas coloridas, porque uma só cor nunca deu conta da alegria que carrega. Desde pequena, chamava atenção por seu cabelo mutante: ora vermelho entusiasmo, ora laranja fim de tarde, sempre brilhando diferente, como se refletisse a luz do riso. Ao descobrir a Universidade Sorriso de Plantão (USP), não pensou duas vezes. Enfiou sonhos e confetes na mala em formato de arco-íris e partiu rumo a Coité do Nóia, onde se formou em Engraçadologia, com especialização em Riso Contagiante e Histórias Mágicas. Hoje, vive dedicada a despertar sorrisos, cultivar gargalhadas e espalhar esperança pelos cantos onde passa, sempre ao lado de seus irmãos — especialistas em abraços, pinturas, desenhos e cantorias.
Letícia Vasconcelos de Souza Torres
Acadêmica do curso de Medicina do Centro de Estudos Superiores de Maceió - Cesmac
Dra. Estillê
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filha de Seu Linha e Dona Agulha, Estilê morava na cidade de Bordadolândia, onde, desde pequena, aprendeu com a sua Vó, Dona Costurela, toda a técnica de bordar. Ela, que sempre procurava desenvolver e aprender mais e mais, em um dia, no ateliê de sua vozinha, achou uma linha com o fio desalinhando, procurando até o final para costura-lá. Assim, encontrou um desenho, com muita curiosidade e perguntou a sua avó o que ele significava. A senhora, prontamente muito animada, explicou ser o símbolo de uma grande Universidade que ficava em Coité do Nóia, o lugar em que a sua avó estudou. Logo começou a falar dos seus tempos de juventude no curso de Estilosidade. Estilê, tão extasiada com a história de vó Costurela, identificou-se com a herança de sua avó, decidindo seguir os mesmos caminhos! Depois disso, mudou-se para Coité do Nóia e ingressou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), cursou com graças o curso de Estilosidade e fez pós-graduação em Imaginologia dos Bordados. A partir daí, prometeu levar para todos a felicidade e imaginação de um bordado com a garantia de sorrisos e brincadeiras.
Nasceu no Bambuzal Encantado, onde todas as crianças são famosas pelos seus abraços de panda e sua fofura.
Enquanto crescia, Lipanda foi perdendo suas marcas escuras ao redor dos olhos e todos ficaram preocupados, pois ela dormia muito e não conseguia mais acordar! Então, sua família mudou-se para Coité do Noia, lugar conhecido pelo hospital das clínicas da USP (Universidade Sorriso de Plantão) e pelos milagres que sua equipe consegue operar na vida das crianças.
O tratamento foi muita brincadeira, risada e amor. Lipanda descobriu que as marcas escuras eram olheiras que ficavam mais claras a cada vez que ela dormia! Foi aí que aprendeu que dormir é bom, mas que a vida precisa ser aproveitada enquanto se está acordada. Formou-se em Sonhonálise e Dorminhocologia pela USP e passou a se juntar com seus irmãos para espalhar pelo mundo, a bordo do trem do Sorriso, os seus abraços de panda e a magia de cura que está contida no carinho, amizade e gargalhadas das crianças!
Liandra Mateus
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr.ª Lili de Neve
Ano(s): 2015/2016, 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Drª. Lili de Neve é prima da Branca de Neve e mora no Bosque Cariri que fica lá em Coité do Nóia. Em sua família existe 10 anões onde 7 moram com Branca de Neve e 3 moram com Lili. São eles: Filsinho, Teté e Lica. Após se formar pela USP (Universidade Sorriso de Plantão) em Besterologia, desistiu da vida de colher maçã e passou a colher sorriso nos hospitais.
Lidiane Galdino
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL..
Lilo vive no mundo da lua, e não dizem isso à toa. Nasceu no aglomerado de estrelas chamado Plêiades. Logo pequena, ela resolveu pegar carona na cauda de um cometa, atrás de um novo mundo e novas aventuras. E onde foi que o cometa caiu? Em Coité do Nóia! E foi lá que Lilo conheceu seus irmãos. Mesmo andando num cometa quando pequenininha, Lilo vive mais aventuras aos sábados no Trem do Sorriso junto com seus irmãos, levando brincadeiras de outro mundo às crianças.
Lilian Fabrício
Acadêmica de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dra. Teatrina
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Em uma cidade chamada Brodúei, repleta de teatros por todos os lados, uma menina
nasceu dentro do camarim dos seus pais no dia em que o espetáculo Mágico de Oz
estreava no Teatro Sorridente. Dona Catrina e Seu Teodoro contam que o primeiro choro
da filha soou como melodia e que todos que assistiam à peça escutaram e aplaudiram
com alegria. A menina foi batizada como Teatrina em homenagem ao amor dos pais que
se conheceram atuando e acreditavam que a missão da filha era espalhar a magia do
teatro no mundo. Todos os dias, Teatrina corria para se esconder nas coxias, espiando
atrás das cortinas os ensaios dos atores e esperando ansiosa escutar o som dos
instrumentos sendo afinados, o burburinho do público ao chegar e as palmas e gritos de
euforia ao fim da peça. Quando sua família entrou em turnê, eles precisaram viajar em
um trem pra chegar na última cidade de apresentação: Coité do Nóia. Ao passear por
meio dos vagões, a menina conheceu várias crianças que cantavam, dançavam e riam
sem parar. Encantada, Teatrina perguntou onde elas tinham se conhecido e elas
contaram que foi na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde a vida é um palco
onde as cortinas estão abertas o tempo todo! Teatrina então decidiu ficar na cidade para
se especializar em Teatralidade Musical, matriculou-se nas matérias “Imaginologia
criativa”, “Danças divertidas” e “Músicas pra quem não sabem cantar”. Hoje em dia,
Teatrina cumpre sua missão junto com os irmãos que conheceu na USP, levando arte
para colocar sorrisos nos rostos das pessoas!
Lilian Gabriele
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Merlilah
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Merlilah nasceu nas Ondas Encantadas, uma terra mágica escondida nas profundezas do oceano lá de Coité do Nóia, onde as conchas sussurram segredos e as estrelas-do-mar brilham como diamantes. Seu nascimento aconteceu durante uma maré cheia de alegria e desde então, ela carrega a leveza das ondas e o brilho do sol refletido na água salgada. Ela ama colecionar gargalhadas em garrafinhas coloridas e cuidar de seu aquajardim, onde cultiva as algas da amizade, os corais da alegria, e a concha mais rara de todas: a concha da esperança, que vibra toda vez que alguém sorri. Por muitos anos, Merlilah era uma sereia muito dorminhoca, até que um dia foi visitada por três irmãs marinhas — Brisamar, Espuminha e Coralina, fadas do fundo do mar — que encantaram sua rede de dormir com uma magia especial: Merlilah só acorda aos sábados quando ouve o som das risadas das crianças, que chegam até o fundo do mar, despertando seu coração-palhaça. Ela sobe para a terra se transformando em palhaça e encontra seus irmãos palhaços. De trem, eles vão até os hospitais para levar alegria e sorrisos para as crianças.
Lilian Lavínia Menezes Dias
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Filha da dona Libon jour e do seu Amour, a Drª Lilamour é uma ratinha muito glamurosa que nasceu numa pequena cidade de imigrantes franceses em Coite do Noia, chamada Fransuarlândia. Apesar de ser francesa, Lilamour fala todos os sotaques brasileiros, mas seu frânces não é muito bom. Plie, Releve, Granget... Ama fazer ballet, mas é toda destrambelhada e geralmente seus passos são um pouquinho diferenciados. Crossant e Petit Gatou são seus pratos favoritos, mas o scargou... seu paladar ainda não acostumou.
Desde pequena o melhor lugar do mundo para ela é em um abraço, adora tirar sorrisos das pessoas e demostrar todo o amor que existe dentro dela. Então decidiu cursar Amorologia e Abraçologia na USP ( Universidade Sorriso de Plantão) e fez mestrado em Amorcuralogia na Unisiversidade Frasuar. Merci boucu! Draª Lilamour pega o trem junto com seus amigos para alegrar os corações e mostrar seu mundo colorido.
Lisa Danielly
Acadêmica do curso de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL.