Ano(s): 2019/2020
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
A Dra. Marvel nasceu no super mundo da Alegrolândia, onde todo mundo vive sorrindo. Por isso, ela possui o super poder do sorriso. Ela também é uma super pilota e sempre foi muito corajosa e destemida e, desde muito pequenininha, pilota seu avião da felicidade, distribuindo seu pó mágico de alegria por todos os lados. Depois que ela se formou Ações da Esperançologia, na Universidade Sorriso de Plantão (USP), trocou o seu avião pelo Trem da Alegria. Foi então que ela se tornou a Capitã Marvel, especialista em distribuir esperança e sorrisos em todos a sua volta, principalmente aos que estão tristes, porque, no mundo dela, tristeza não tem vez.
Larissa Lira
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Dra. Lilazita
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital da Criança
Era uma vez, em um reino muito distante, em que os desenhos são reais e as histórias tinham vida, uma menina sonhadora vivia em seu mundo lilás e amarelo. Essa menina, chamada Lilazita, amava o seu mundo e todos os seres que ali viviam, mas, em meio ao sonho que ecoava em seu peito, ela percebeu que faltava algo em sua vida: precisava ganhar novos lugares, novos mundos. Assim, Lilazita, que sempre teve muito amor em seu coração, teve que deixar amores para ganhar as aventuras que seu coração pedia. Depois de pegar seu lindo balão roxo, passar pelas nuvens cor de girassol, explorou os 4 cantos do mundo. Começou pelas estrelas lilás, depois cruzou os botões roxos, chegando à lua amarela, indo para o planeta cinziroxo e, por fim, passou pelo sol amarelo, o mais lindo que ela já tinha visto, quando finalmente Lilazita encontrou seu lugar: Coité do Nóia. Um lugar cheio de cores, onde encontrou um verdadeiro amor: seu querido amigo Avohai. Um senhor de cabelos brancos, trocadilhos divertidos e com um sorriso marcante, que a acolheu como filha e lhe mostrou que poderia fazer parte de um mundo cheio de cores e corações coloridos! Foi assim que ela conheceu a Universidade Sorriso de Plantão (USP) e aprendeu sobre as melhores coisas do mundo. Lilazita, agora completa e sem que nada faltasse a ela, tornou-se uma criança ainda mais dedicada e inteligente, começou seus estudos com colorimetria da Alegria e não parou por aí! Tornou-se mestra em Metodologia dos Abraços Coloridos e Doutora em Curar Monocromáticos. Assim, não parou mais de distribuir esse amor que aprendeu, voltando aos 4 cantos do mundo para mostrar o que aprendeu com seu Avôhai!
Larissa Lopes da Silva
Acadêmica do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Cachoíris
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Era uma vez, no Reino das Cores, um pintor observava o céu após um dia chuvoso e se deparou com um arco-íris. Pensou em como estes só apareciam após a chuva. Por isso, foi tirar satisfação com as nuvens, perguntando porque esse fenômeno tão lindo só surgia em dias chuvosos. Elas não souberam responder e foram perguntar para o sol, que também não sabia a resposta. Assim, o pintor, as nuvens e o sol fizeram um trato para o arco-íris aparecer também em dias ensolarados. Com o trato feito, o pintor observou que o arco-íris só tinha um formato de um arco. Achou esse fato muito sem graça e novamente foi tirar satisfação com as nuvens e o sol, que sugeriram que ele inventasse novos formatos de arco-íris. Dessa forma, o pintor pegou a escada mais alta que possuía e começou a pintar o céu de diversos formatos, inclusive em formatos de espirais, tais como um cabelo encaracolado. O sol e as nuvens, apaixonados com a criação, acharam que seria pertinente que aquela beleza irradiante fosse além do céu, e pediram para o pintor fazer a sua obra-prima: um desenho de um ser humano que tivesse o cabelo encaracolado e colorido assim como aqueles novos formatos de arco-íris. O pintor pegou sua tela e, após muitos dias, finalmente terminou sua obra de arte, colocando-a para exposição. Todos que viam a pintura ficavam mais felizes ao ver aquela explosão de cores. Então, as nuvens resolveram que aquela pessoa da pintura seria real, fazendo uma chuva mágica que, ao respingar sobre a tela, deu vida àquela menina, a qual foi nomeada de Cachoíris. Ela tinha uma personalidade meiga e surgiu com o sonho de transformar a vida das pessoas, levando suas cores para os lugares que não fossem coloridos, como eram os hospitais. Despediu-se do pintor, das nuvens e do sol e se mudou para Coité do Nóia, onde foi estudar Artes Sorrisais na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Quando se formou, passou a pegar o trem todos os dias para levar suas cores para aqueles hospitais tão brancos.
Larissa Ribeiro Berta
Drª. Frozen
Ano(s): 2015/2016, 2016/2017
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
??? ??? ??? Nascida em meio a uma aventura congelante, Papai Gelo e Mamãe Neve decidiram chamá-la de Frozen! Em pouco tempo, eles notaram que ela tinha algo especial: além de ser branca como a neve, suas mãos ficavam frias com muita facilidade. No entanto, Frozen só é fria por fora mesmo! O fato de amar fazer novas amizades, brincar e cantar (embora seus pais afirmem que ela desafine um pouquinho), levaram-na a compor Let It Go, sair de Nevelândia e ir em busca de seus sonhos: tornar-se um palhaça doutora. Assim, ela mudou-se para Coite do Noia e, recentemente, formou-se em Besteirologia com especialização em Brincadeirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Drª. Frozen atua levando riso, diversão e, mesmo com o calor, permanece cantando sua música favorita "Você quer brincar na neve?" em busca de mais sorrisos! ??? ??? ???
Larissa Vilela
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário CESMAC.
Dra. Recantar
Ano(s): 2023/2024, 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nascida em um povoado chamado Bom Jardim, Dra. Recantar, ama cantar mais do que qualquer outra coisa no mundo. Desde pequena, ela cantava o tempo todo, onde quer que fosse. Ela cantava enquanto brincava, enquanto comia e até mesmo enquanto estudava. Ela não conseguia se conter, era como se a música estivesse sempre dentro dela, pronta para sair. Mesmo amando cantar, ela sempre foi muito tímida, mas decidiu que precisava fazer algo para melhorar a confiança em si mesma. Então, seus pais incentivaram que ela fosse à cidade de Coité do Nóia, cursar na Universidade Sorriso de Plantão (USP) o curso de musicanturia, na especialidade cantevocê. Lá ela descobriu que a música é tão importante, sendo capaz de unir pessoas e fazer todos felizes. Assim, ao se formar, decidiu que iria cantar e recantar por onde passasse, sempre atraindo outras pessoas no mundo das canções, pois foi isso que ela sempre desejou.
Laryssa Maria
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Palhoncinha
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Era uma vez uma palhata borralheira, que sempre sofria por ser diferente. Enquanto sua madrata e suas irmãs tinham o pelo branquinho e os olhos azuis, ela era toda cheia de manchas e estava sempre desajeitada. Um dia a madrata resolveu levá-la ao doutor, para saber o que havia de errado com ela. Foi então que o doutor lhes contou que aquela bichinha não era uma gata, e sim uma onça.
Ela ficou tristinha por saber que era diferente da sua família, mas umas pessoas esquisitas entraram no hospital, todas vestidas de palhaço e foram tentar alegra-la. Disseram a ela que ela não precisava chorar e que ela nunca deveria se envergonhar de ser o que era.
Então ela resolveu que queria ser como eles, que seria uma palhoncinha do bem . Ela fugiu com esses palhaços para Coité, e formou na USP como palhaça doutora. Finalmente então, se tornou a Dra. Palhoncinha, a oncinha do bem, que leva amor e alegria para todos em seu caminho.
Laura Coelho
Estudante do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Drª. Toin Oin Oin
Ano(s): 2016/2017
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Um belo dia, a Drª. Mola conheceu o Dr. Caracol, e foi amor à primeira vista. Quer dizer, foi à segunda vista. Não, não, pera... terceira vista... e, desse relacionamento enrolado, nasceu a pequena Toin Oin Oin, uma menina muito sapeca. Mas não se engane, Toin Oin Oin é forte que é danada! Quando é pra ajudar seus amigos, ela é capaz de pular beeeem alto, tão alto que consegue pedir ajuda às estrelinhas do céu pra iluminar seus amiguinhos que estiverem tristes. E, de tanto pular por aí, Toin Oin Oin acabou parando em Coité do Nóia, aonde conheceu seus amigos palhaços doutores.
Muito aplicada e estudiosa, Toin Oin Oin resolveu cursar Alegrologia na USP - Universidade Sorriso de Plantão. Lá, ela descobriu um vírus muito potente. Mas calma, é um vírus do bem! Ele se chama alegritus molitus, o qual causa gargalhada crônica, e é transmitido através dos pulinhos de Toin Oin Oin.
Atualmente, Toin Oin Oin trabalha quinzenalmente aos sábados, disseminando o alegritus molitus nos hospitais e alegrando a criançada!
Laura Gameleira
Acadêmica do curso de Psicologia do Centro Universitário Tiradentes - UNIT.
Drª. Amorcileta
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital da Criança
Laura Queiroz
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dra. Lá Clockinha
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Pontualmente, em uma noite melodiosa, na cidade de Contagem Regressiva, no
interior de Alto Volume, nasceu Lá Clockinha. Filha do Sr. Cronômetro e da Sra.
Playlist Musical, Lá Clockinha nunca decidiu com quem queria se parecer mais. Então,
resolveu ser uma mistura dos dois, com seus relógios e ponteiros, mas com sua flauta e
caderninho musical sempre no bolso, marcando o tempo e distribuindo amor através das
canções. Um dia, o seu relógio mágico favorito deixou de funcionar e suas músicas
pararam de sair do objeto. Ninguém conseguiu consertá-lo, mas lhe foi dito que na
cidade de Coité do Nóia haveria alguém que poderia. Assim, com a permissão de seus
pais, Lá Clockinha foi parar na estação de trem, rumo à cidade. Lá, conheceu seus
irmãos e sua mãe adotiva, que decidiram ajudá-la nessa missão. O tempo foi passando e
ela continuou a distribuir amor, carinho e alegria através de sua flauta e seus outros
relógios, enquanto procurava alguém que fizesse o favorito tocar novamente. Logo, se
formou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), em Horologia e Musicalidade, com
uma especialização em Disneylidade e Diversão na Flauta, continuando a tocar sua
flautinha e espalhar amor, carinho e acolhimento, sem exceções ou atrasos, afinal, ela
não tem Clock no nome em vão. Mas seu reloginho favorito ainda não voltou a
funcionar e agora, na hora do anúncio e despertar das horas, a sua flauta assume a
função, espalhando a música por todos os lados, com a ajuda de seus irmãos e novos
amigos, em uma mistura de ponteiros, alegria, amor e notas musicais, assim como seu
nome.
Laura Rodrigues
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Dra. Ohana
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
No coração exuberante do Havaí, nasceu uma pequena palhaça chamada Ohana. Desde tenra idade, seu sorriso radiante iluminava as praias douradas, e seu ukulele encantava até mesmo as ondas mais selvagens. Ohana era uma mestra do Hula, movendo-se com graça e fluidez que ecoava as brisas tropicais.
Um dia, uma melodia desconhecida a chamou do outro lado do oceano. Era como se as notas flutuassem sobre as águas, guiando-a em direção a um novo destino. Com seu ukulele fiel e espírito aventureiro, Ohana embarcou em uma jornada para a distante cidade de Coité do Nóia, onde os segredos da musicologia marítima aguardavam.
Em Coité do Nóia, ela mergulhou de cabeça nos estudos, quando ingressou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), aprendendo sobre os sons que ecoavam dos mares, das antigas canções de marinheiros aos cânticos das baleias. Com cada acorde e cada dança, ela absorvia a essência da música e do mar, transformando-se em uma verdadeira embaixadora da alegria.
Com o passar dos anos, Ohana se tornou conhecida em todo o mundo como a palhaça do Havaí que tocava ukulele, dançava Hula e espalhava felicidade por onde passava. De praias ensolaradas a palcos iluminados, ela levava consigo não apenas melodias cativantes, mas também abraços calorosos e sorrisos contagiantes.
E assim, ao som de seu ukulele e ao ritmo de seu Hula, Ohana viajava pelos sete mares, compartilhando a magia da música e do amor, provando que, onde quer que haja uma canção feliz, sempre haverá espaço para abraços e alegria.
Laura Sofia Paternina Torres
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Na vila das melodias, as notas musicais crescem nas árvores e todo caminho tem uma trilha sonora. Lá nasceu a Dra. Violaila! Já com um violino na mão, desde então, adora tocar para as queridas violetas do seu jardim e para seus pais, Carlos Cello e Maria Viola. Ansiosa por um novo público quis regar com música o coração de outras violetas, as crianças nos hospitais. Por isso, decidiu viajar para Coité do Nóia e entrar na USP (Universidade Sorriso de Plantão) para aprender besteiromusicalidade, boboritmologia e risomusicoterapia com seus irmãos palhaços doutores. Uma ideia incrível para dar ritmo aos novos corações!
Laurie da Costa
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Tiradentes - Unit
Drª. 100 Altura
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
A Dra. 100 Altura é filha do Sr. Pouco tamanho e da Sra. Fita Métrica, nascida na cidade chamada Comprimento, do estado Metro Quadrado.
Ela tem 6 anos de idade, é muito doce e divertida. Aprendeu desde cedo a importância em dar amor sem medida é fundamental para levar alegria e paz para as pessoas.
Graduada em tamanhologia da alegria e pós graduada em pequenologia da tristeza , pela USP ( Universidade Sorriso de Plantão). Atualmente mora na cidade de Coité do Nóia e junto com os seus irmãos palhaços, mostra aos sábados que não existe idade, distância e nem altura para levar amor, alegria, contando suas histórias cheias de fantasias para as crianças que precisam de sua companhia.
Lavínia Doralice
Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Drª. Sintonia
Ano(s): 2017/2018, 2018/2019, 2019/2020
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Nasceu na cidade Clave de Sol e é fruto do amor do Sr. Harmonia e da Dona melodia. Drª Sintonia sempre foi uma garotinha alegre que vivia a cantar, afinal ela veio de uma família que adorava cantarolar. Ela tem apenas 6 aninhos, mas apesar da pouca idade, ela sempre sonhava em viajar e poder contagiar todos com seu encanto e sua musicalidade. E foi em uma dessas viagens que ela conheceu a USP (Universidade do Sorriso de Plantão), onde decidiu se especializar em notinhas de alegria e ritmo de felicidades. Desde então ela se mudou para Coité do Noia e todos os sábados se junta com seus irmãozinhos e visita os hospitais com a missão de ganhar várias risadas, abraços e beijos da criançada.
Lavynia Mendonça
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Confeitamô
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital da Criança
Filha da Sra Serenata e do Sr Ouro Branco, Confeitamô morava na linda e pequena cidade Florcacau, onde haviam muitas floriculturas e fábricas de chocolate. A pequena ganhou esse nome, pois seus pais eram loucamente apaixonados por doces e esperavam que ela compartilhasse do mesmo amor. Para alegria deles, desde muito pequena, Confeitamô demonstrou sua paixão e aprendeu a fazer diferentes tipos de doces, colocando seu amor em cada um deles. Que maravilha! Mas, a confeitaria era apenas uma de suas paixões. Confeitamô, sempre muito dedicada e atenciosa, sonhava em ser uma profissional que cuida e leva amor a todos que necessitam. Como Florcacau era uma cidade pequena e com poucas oportunidades, sua família decidiu se mudar para Coité do Nóia. Lá, Confeitamô teve a imensa felicidade de ingressar na Universidade Sorriso de Plantão (USP) e graduou-se em Alimentos Inclusivos com especialização em Cuidado Agudo e Docecarinho. E, junto aos seus novos irmãos, sente-se honrada pela oportunidade de levar alegria e acolhimento a diversas pessoas nos hospitais. Hoje, ela produz os doces apenas em seu tempo livre, entendendo que o tempo é o mesmo para todos e precisamos de pouco para realizar nossos desejos com leveza e alegria, sem deixar nada de lado. Confeitamô se sente realizada por viver seus sonhos e tê-los unidos em um único propósito: compartilhar amor!
Nascida na Focolândia, terra onde tudo que é minúsculo pode ser visto, Drª. Microscópica é filha do Sr. Zoom e da Dona Lupa. Uma menina meiga que vivia rodeada por seus amiguinhos Viruslinda, Fungonito e Bacteriazilda, ela que sempre foi muito observadora. Resolveu viajar pelo mundo e começar a descobrir novas particularidades: passou a observar os sorrisos mais ocultos e os olhares mais intensos... Atualmente mora no Coité do Nóia junto com seus irmãos palhaços. ?? formada em Besteirologia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão) e está se especializando em ampliação de sorrisos contínuos. Aos sábados ela adora ir aos hospitais brincar com as crianças, levando o tamanho do amor que ela carrega no peito.
Laysa Batista
Acadêmica do curso de Biomedicina do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Dr. Dubarulho
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016, 2016/2017
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
O Dr. Dubarulho nasceu numa cidade bem silenciosa e nem um pouco divertida, enfim, não era sua praia. Após se formar em Barulhoterapia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão) e ao ganhar o belíssimo diploma do Nariz Barulhento, aaaaah, foi aí que tudo mudou. Aos sábados ele vai com seu nariz e seu violão aos hospitais, visitar as crianças, levar seu barulho agradável e suas cantigas contagiantes, transformando tristeza em alegria e silêncio em barulhooosas gargalhadas.
Leandro Bonzão
Estudante do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.