Ano(s): 2019/2020
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Essa é a Drª. Cotonete de Elefante, mas para os íntimos, é apenas Cotofante.
Ainda bebê tomou fermento e, para além de sua altura exagerada é magérrima, somando tudo isso a sua beleza peculiar ganhou o mundo das passarelas da moda muito cedo. Mas, pegou piolho e teve que trocar suas madeixas de Rapunzel, por uma de Joãozinho tufante. Look azul, magreza e madeixas de tufo se transformou em uma cotonete de elefante na integra, fez jus ao seu nome e passou a cuidar da limpeza auricular dos elefantinhos.
Largou o mundo da moda para estudar Besteirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Seu objetivo é ter Phd em "ausência de riso", patologia essa, que ela criou um antídoto denominado "felicitude sem motivo", quando fazia doutorado. O antídoto é de acesso gratuito todos os sábados em seus plantões e, tem por efeito colateral tornar o amor ao próximo contagioso, pulsante e puro.
Jéssica Maia
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Drª. Era Uma Vez
Ano(s): 2017/2018
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Filha da Dona Fábula e do Seu Conto, Era Uma Vez nasceu na pequena cidade de Coité do Nóia, onde eram contadas muitas histórias sobre amor e amizade.
Foi aí que Era Uma Vez conheceu a USP (Universidade Sorriso de Plantão) onde graduou-se em Besteirologia e hoje é Doutora em Alegroterapia.
Todos os sábados ela embarca no trem junto com seus irmãozinhos e vai para o hospital levar alegria para as criancinhas.
Jéssica Medeiros
Acadêmica de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr.ª Cotofante
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016, 2016/2017, 2017/2018, 2018/2019, 2019/2020, 2020/2021, 2021/2022, 2022/2023, 2023/2024, 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Essa é a Drª. Cotonete de Elefante, mas para os íntimos é apenas Cotofante.
Ainda bebê tomou fermento, e para além da altura exagerada é magérrima. Somando tudo isso a beleza peculiar ganhou o mundo das passarelas da moda muito cedo. Mas pegou piolho e teve que trocar as madeixas de Rapunzel, por uma de Joãozinho tufante. Figurino azul, magreza e madeixas de tufo se transformou em uma cotonete de elefante na integra, fez jus ao nome e passou a cuidar da limpeza auricular dos elefantinhos.
Largou o mundo da moda para estudar Besteirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão). O objetivo dela é ter Phd em "ausência de riso", patologia essa, que ela criou um antídoto denominado "felicitude sem motivo", quando fazia doutorado. O antídoto é de acesso gratuito em todos os plantões, e tem por efeito colateral tornar o amor ao próximo contagioso, pulsante e puro.
Jéssica Nunes
Bacharela, Especialista e Mestra em Direito pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Dr. Pineal
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Em uma estrela distante, chamada Cerebrum, nasceu o Dr. Pineal. Em sua estrela natal, os
irmãos alternavam entre os que eram muito racionais e os muito emotivos. Desde bebê, ficava
encantado com a alternância entre as noites e os dias; amava ver o dia virando noite e a noite
virando dia. Amava ver os ponteiros em movimento dos relógios que definiam como o corpo
dos habitantes, inclusive o seu, comportava-se naturalmente. Dr. Pineal cresceu em meio a
vários sorrisos que iluminavam diversos lugares de Cerebrum, mas aconteceu um grande
problema! Em um dia, o cidadão do universo percebeu que os relógios que mantinham o
corpo de seus irmãos funcionando bem estavam apresentando vários defeitos e alguns até
quebraram. Por conta disso, um alarme soou alto na estrela e uma equipe formada por líderes
córtices e límbicos decidiu pela ida de Dr. Pineal à cidade Coité do Nóia para aprender com
seus irmãos da Terra sobre como auxiliar os habitantes de Cerebrum por meio do estudo
disciplinado e divertido sobre Sorrinoite e Alegridia. Ele praticou também as aulas durante
sábados quinzenais com seus queridos amigos professores da vida nos hospitais de Maceió.
Dr. Pineal voltará logo para Cerebrum com o auxílio certeiro, divertido e amoroso!
João Artur
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dr. Próton
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Dr. Próton, o palhaço-cientista, nasceu no bairro da ciência em Coité do Nóia. Com um jaleco cheio de fórmulas e um nariz vermelho como um átomo excitado, ele encantava as crianças com suas experiências científicas divertidas. Um dia, durante uma de suas apresentações, uma anomalia dimensional o sugou para um universo paralelo, onde a ciência era encarada com desdém e risadas. Determinado a ensinar a importância do conhecimento, ele transformou sua nova realidade em um palco para disseminar a educação científica. Contudo, ele enfrentou resistência daqueles que temiam o poder do saber. Apesar disso, com sua habilidade em cativar plateias e explicar conceitos complexos de forma acessível, Dr. Próton conquistou o coração de muitos céticos, ganhando aliados improváveis ao longo do caminho. Com o tempo, as suas apresentações se tornaram eventos populares, atraindo pessoas de todos os cantos do universo. O palhaço-cientista tornou-se uma lenda viva, um símbolo da importância da ciência e da educação. Ao final de cada espetáculo, as crianças corriam para o palco, fascinadas pelas maravilhas que acabavam de presenciar. Dr. Próton+ sorria, sabendo que tinha cumprido sua missão de espalhar a luz do conhecimento mesmo nos lugares mais improváveis.
João Carlos
Acadêmico do curso de Química da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dr. CadeGolias?!
Ano(s): 2018/2019, 2019/2020
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filho do Sr. Gigantão e Sra. Gigantesca, Golias vivia numa terra de gigantes, chamada "Acima do pé de feijãolandia". Naquela região, todas as pessoas eram muito altas, muito fortes e muito bravas, exceto Golias, que sempre foi muito baixinho, franzino e frágil.
As pessoas daquele lugar sempre zombavam de Golias, por ser diferente de todos e não ter o estereótipo esperado, é tanto que teve seu nome mudado para "CadeGolias", já que ninguém conseguia achá-lo, devido a sua pequena estatura.
Diariamente, os pais e irmãos daquele garoto, tentavam fazer com que ele crescesse e se tornasse mais forte, com algumas atividades de exercícios pesados. Entretanto, CadeGolias não conseguia ser igual aos outros!
Depois de um tempo, ele deixou sua família e partiu pra sua nova morada em Coité do Nóia, onde ingressou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), matriculando-se nas disciplinas de "motivacionologia", "anatomia dos baixinhos" e "respeitando as diferenciologias I". Ele começou os estudos focado em CRESCER, mas dessa vez, intelectualmente. Nesta universidade, CadeGolias encontrou muitas pessoas que eram do seu tamanho e haviam passado por situações iguais às suas. Alí, ele se sentia completo, compreendido, incluído e muito forte pra enfrentar suas dificuldades pessoais!
Após aprender muito sobre as felicidades da vida, CadeGolias, junto com seus novos irmãos, embarcou numa longa aventura com intenção de falar às pessoas que todos têm um gigante dentro de si, que pode vencer todas as batalhas e obstáculos, além de que ninguém precisa ser igual! Cada um tem suas particularidades e todos são perfeitos dessa forma.
João Davi
Acadêmico do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Quem Sou Eu?
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Há pouco tempo atrás, na vila Palco do Jardim, os senhores Páginas e Enredo tiveram uma ideia: um livro que reunisse as histórias de todos que, por ventura, passassem pela vila. Com isso, colocaram um grande livro no centro do jardim, que foi logo sendo preenchido com as almas dos viajantes e suas verdades de pouco em pouco. Com o passar do tempo, o livro chegou em seu último capítulo escrito por um pensador errante que, em sua última passagem, deixou a indagação: “E você? Quem é?” Foi a partir destas mágicas palavras que o livro, ficando envolto de uma aura azul reluzente, lançou para os ares um grande garotinho de nariz vermelho. Aquele era Quem?, um especial produtinho do livro criado por Páginas e Enredo e, assim sendo, era filho dos dois. Quem? tinha a fantástica habilidade de contar todas as histórias escritas no livro de maneira vívida e sincera, conhecendo toda as personagens em tão íntimo nível que era quase como se conseguisse viver suas vidas. Amava contar e vivenciar estas histórias, mas, com o passar de páginas, um conflito central se instaurou em sua cabecinha: Ele conhecia a história de todas aquelas pessoas, mas não conhecia a sua própria. De verdade, quem ele era? Essa dúvida atormentou Quem? por um tempo até que seus pais sugeriram que ele fosse viver as próprias aventuras. Com essa dúvida, Quem? passou a se apresentar como Quem Sou Eu? E nisso, em uma trombada com a Dra. Florzinha Jardins, Quem? decidiu ir para a Universidade Sorriso de Plantão (USP) em Coité do Nóia viver a sua grande jornada. Lá, graduou-se em Arte da Criatividade e tem pós-graduação em Teatrologia Terapêutica e em Psicocomicidade. E assim, nessa busca de se descobrir, Dr. Quem Sou Eu? se junta com seus irmãos palhaços, quinzenalmente, para que, através de cada mente, cada alma de cada criança, possa descobrir não só quem é, mas quem ele tem que ser. Só assim poderá encontrar e contar a sua própria história.
João Inácio
Acadêmico de Psicologia (UFAL)
Dr. Alakazam
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Era uma vez, em Coité do Noia, um lugar cercado por colinas verdes cujo frescor lembrava a época de colheita de morangos, onde eram iluminadas pelo sol primaveril, colorindo o ambiente com tons saturados que iam do amarelo ao esmeralda-maltado. Por lá, havia uma imensa montanha chamada Monte Targon, a qual possuía uma grande escadaria feita de tijolos vermelhos que levavam ao topo e que parecia não ter fim. Porém, em sua mais extrema altitude, encontrava-se um grande casarão, com arquitetura rústica e sútil. Lá, viviam dois senhores, o Sr. Abracadabra e o Sr. Shazam, dois mágicos ilusionistas circenses aposentados que já percorreram o mundo levando o lúdico e as artes místicas para as pessoas, e que de algum modo se conectaram e começaram a viver em Monte Targon. Mas algo estava faltando. O Sr. Abracadabra e Sr. Shazam sentiam a ausência de mais uma companhia e acreditavam que todo o monte e as colinas de primavera infinita necessitavam ser desbravadas por mais alguém, alguém tão mágico quanto eles. Todas as noites antes de dormirem, eles iam ao altar de Targon e pediam para as mais lindas estrelas e constelações uma companhia alegre, extrovertida, ingênua e... MÁGICA! Em 04 de Outubro, quando o relógio bateu 00:35h, o mais lindo e brilhante feixe de luz surgiu dos céus e descia até a grande montanha em uma velocidade surpreendente. Era uma estrela-cadente, que pousou no altar de Targon na forma de um rapaz chamado Alakazam. A alegria logo se instaurou. Os três criaram um grande laço afetivo e desbravaram toda a região local e a cidade de Coité do Noia. Alakazam possuía traços desajeitados, além de um humor natural e os seus dons místicos, com isso seus pais perceberam o talento para a terapia do riso e perguntaram se Alakazam desejaria ingressar na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Com muita empolgação, ele afirmou que sim. Chegando lá, Alakazam conheceu vários amigos e se especializou em Artes Místicas da Risada, na área de Ilusiorriso, sendo doutor em Adivinhação de Cartas Malucas. Logo virou Dr. Alakazam e, desde então, junto com seus irmãos de narizes-vermelhos, leva ao mundo várias gargalhadas, acompanhado de sua grande cartola, varinha mágica e suas cartas misteriosas.
João Paulo
Dr. Peixonato
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Lá em Coité do Nóia, residia um casal apaixonado por anatomia. Dona Clavícula e Seu Esterno. Eram conhecidos por trocar juras de amor um tanto quanto diferentes:
— “Te amo com todas as minhas vértebras cervicais!”
Pela cidade, rolava o burburinho que, seu filho, quando nasceu, não chorou…
Espirrou, riu e falou “escápula”!
Foi aí que deram a ele um nome especial: Peixonato!
Uma união um tanto quanto nova, pois juntava o sobrenome de uma planta medicinal, Peixoto, que tinha o poder de curar das vértebras ao coração. E anatomia, que representava o amor incondicional pela anatomia.
Desde pequeno, Peixonato já receitava abraços e aplicava bombons em joelhos ralados. Um dia, recebeu uma carta que dizia: — “Missão urgente: espalhar alegria no Hospital Universitário!”
A mensagem foi entregue por uma misteriosa coruja que vestia uma jaleco.
Ele arrumou a mala, pegou o trem voador, cujo seu combustível era movido a cócegas, e partiu para Maceió. Chegando lá, aterrissou num balão mágico bem no meio da Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde foi recebido com gargalhadas.
Desde então, virou especialista em Risologia, Cosquinhoterapia e Anatomia da Alegria.
João Pedro Peixoto Toledo
Acadêmico do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Dig Joi
Ano(s): 2015/2016
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Drª. Dig Joi nasceu em uma cidadezinha chamada Lugarzinho no meio do nada, com sabor de chocolate e cheiro de terra molhada. Desde a barriga de sua mãe já dançava e dava muitos pulos de alegria. Filha da Sra. Florzinha Jardins e Sr. Dig Dim. Seu nome significa "aquela cheia de alegria".
Sendo ela uma criança muito risonha, que ri e sonha, resolveu estudar Risoterapia na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e se mudar para o circo, lá na cidade de Coité do Noia. Hoje faz até doutorado em Besteirologia.
O que ela mais gosta de fazer é pegar o trem, no sábado, com seus irmãozinhos, com muitos sorrisos e amor dentro da maleta da felicidade e ir visitar seus amigos nos hospitais de Maceió. Ela é apaixonada pela cor vermelha, ama dançar e domina a arte de cantar fora do ritmo, além de ser bem zen, anda com o pensamento nas nuvens.
Joiciele Araújo
Estudante do curso de Enfermagem na Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr. Cigarra
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
O Dr. Cigarra nasceu no alto de uma mangueira, lá em Coité de Noia. Cresceu com seus amigos e seu irmão mais velho cantando pelos galhos da mangueira.
Há muito tempo, ele foi a Maceió para estudar Besteirologia, e já fez até o doutorado em Musicologia. No hospital, ele sempre tem uma música para cada pessoa, a depender do que essa pessoa esteja sentindo ou queira sentir. Há aquelas que preferem uma música mais calma (daquelas que dá até pra gente dormir); outras, já gostam mais das músicas em que você não consegue ficar parado, e canta, pula e dança junto com o doutor. Mas uma coisa é certa... como dizia o Vovô Cigarra, "quem canta seus males espanta".
Jonadab Silva
Estudante do curso de Medicina da Universidade Federal Fluminense - UFF
Dr. Pingo de Chuva
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Era uma vez, bem no coração da cidade encantada de Coité do Nóia, um lugar onde as nuvens formavam desenhos no céu e o vento dançava por todos os lados. Lá existia um bairro mágico, cheio de jatobás antigos, que guardavam segredos nas folhas e sorrisos nos galhos. Certa manhã bem cedinho, quando o sol ainda espreguiçava no céu, o orvalho se acumulou em uma das folhas mais altas de um jatobá sorridente. E ali, entre brilhos de luz e perfume de terra molhada, nasceu um pinguinho muito especial: Pingo de Chuva. Não era feito só de água – era feito de ternura, esperança e um brilho no olhar que só os que nascem do carinho da natureza têm. Pingo de Chuva vivia rindo pelos telhados e descendo pelas folhas para fazer cócegas nos passarinhos. Ele era pequenino, leve como suspiro e alegre como gargalhada de criança. Foi lá, debaixo de uma daquelas árvores sábias, que ele descobriu o poder dos sorrisos: eles não curam tudo, mas ajudam o coração a respirar melhor. Foi então que Pingo de Chuva decidiu embarcar no Trem do Sorriso de Plantão, um vagão encantado que viaja por todo canto, levando sua grande família de palhaços-irmãos. cada um com uma gargalhada diferente, mas todos com o mesmo brilho nos olhos. Quando o Trem anuncia sua chegada, o Hospital sorri. E lá vem Pingo de chuva, com seu guarda-chuvinha colorido e nariz vermelho, descendo nos hospitais como quem chega pelo vento aconchegante da tarde. Ninguém sabe ao certo como um orvalho virou palhaço… Só se sabe que, desde aquele dia, os corredores dos hospitais nunca mais foram os mesmos. Onde ele passa, floresce o riso – e até o silêncio aprende a dançar. E se algum dia você ouvir um som leve, como uma gota rindo ao cair... pode ter certeza: é o Pingo de Chuva, flutuando com amor em direção ao Trem Sorriso de Plantão.
Jônatas dos Santos Silva
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dr. Gibi
Ano(s): 2019/2020
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Filho da senhora Maria Caneta e do senhor José Papel, Gibi nasceu na cidadezinha de Onomatopeia do Sul, a 30 km da capital Gibilândia, cidade natal do seus pais. Dona Caneta era professora de Língua Portuguesa e toda semana trazia para o então pequeno Gibi baby uma revista em quadrinhos. Suas cores, formas e textos curtos o deixavam fascinado de uma forma mágica. Ele desenvolveu a pintura, desenho e a leitura aos 3 anos de idade por causa do mundo encantado das revistas em quadrinhos. Ele cresceu, cresceu mesmo! Formou-se em Ilustração de Risos pela Universidade Sorriso de Plantão (USP) e fez pós-graduação em Ah! Ah! Ah! (gargalhada) e He! he! he! eh! eh! rê! rê! (riso de satisfação) na Gibiteca onomatopense sulista. Hoje em dia, o Dr. Gibi também entra nas páginas da história do Trem Sorriso de Plantão, levando, para todas as crianças, o hábito da leitura, fazendo-as viajar só com os olhos e a imaginação para o mundo encantado das histórias em quadrinhos.
Jonathan Vieira
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Bibble
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Num vilarejo chamado Magictopia, Bibble foi criada por duas tias: Sol e Lunária. E assim, apresento-me para vocês como uma fada bastante diferente delas, porque sou tímida, quieta, e bastante desastrada. Eu sempre fui movida pela arte. Desde pequena, faço pinturas, desenhos. Aprendi a fazer artesanato e, principalmente, atuar (mesmo com meu jeitinho envergonhada). Porém, minhas tias nunca levaram o meu talento a sério. Sempre que mostrava minhas pinturas ou minhas atuações para elas, consideravam que era algo bobo. Na escola de Magictopia, uma professora de Artes viu meu talento e me falou que existe um lugar onde ela se formou que aceitaria minhas habilidades e talento com a arte: a Universidade Sorriso de Plantão (USP). Fiquei muito animada com o que ela me falou e disse às minhas tias que, no começo, foram meio contra. No fim, ambas me apoiaram e eu cheguei aqui em Coité do Noia. Fui super bem recebida pela Dra. Florzinha Jardins, que me motivou a estudar tudo sobre as Artes Cênicas. Estudei “Encenação Desastrada” e, hoje, sou a Dra.Bibble. Levo amor, afeto por onde passo, mostrando que a arte é um dos melhores caminhos para você mostrar o que sente. Sinto que a arte é o único medicamento para cura de ferimentos emocionais.
Jordanna Aparecida Souza Gomes Ferreira
Acadêmico do curso de Teatro da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dr. Balonito
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nas terras de Balonitópolis, numa vila distante, nasce um garoto peculiar em meio a uma noite chuvosa, Balonito, filho do Sr. Baloneto e da Sra. Balonina. Seus olhos eram pequenos e castanhos, possuía um brilho diferente dos demais, suas bochechas eram fofas como nozes na boca de um esquilo. Desde cedo, Balonito não se sentia tão “normal” como os demais, era sempre sorridente, independente das dificuldades que enfrentasse. Ele possui um fascínio peculiar pelas diferentes tonalidades de verde e por balões, ama a natureza e os animais, gosta de brincar, dançar, atuar e fazer os outros rirem, ajudando-os a fazer algumas adaptações para auxiliar as pessoas em seu vilarejo. Mas, Balonito sentia que não conseguia mostrar tanto do seu potencial no pequeno vilarejo em que nasceu querendo ajudar e levar alegria pelo mundo. Então, ele decidiu ir embora para viver diversas aventuras. Em uma noite, Balonito desejou a criação de uma estrela, que o guiasse em sua jornada, levando-o a pessoas que precisavam de sua ajuda. Assim, surgiu uma estrela no céu escuro, seu brilho era tão intenso quanto o amor e a esperança que ele espalhava por onde passava, guiado pela estrela num céu sem fim, partiu em sua jornada. Nas suas diversas aventuras conheceu Rubin, o girassol alegre, de imediato surgiu uma amizade pura e verdadeira, juntos decidiram partir numa jornada sem fim. A estrela levou Balonino e seu amigo Rubin até Coité do Nóia, onde lá resolveram se matricular no curso de Graduação Balontoterapia na Universidade Sorriso de Plantão (USP) para aperfeiçoar suas técnicas de diversão e alegria.
Jorge Felipe Calixto da Lus Freire
Acadêmico de Terapia Ocupacional (UNCISAL)
Dr. Seu Nunquinha
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Era uma vez uma terra encantada não tão distante chamada de Terra do Nunca,
localizada depois das duas estrelas mais brilhantes do céu. Lá morava o Seu Nunquinha,
uma criança aventureira e superfalante, que amava brincar com as sereias e achar os
tesouros primeiro que o Capitão Gancho, o que fazia ele dá altas gargalhadas escondido
nas nuvens enquanto o Capitão procurava sem parar. Todos os dias era uma aventura
diferente. Na Terra do nunca não existia tristeza e todas crianças perdidas se divertiam
sem parar. Elas amavam quando o Seu nunquinha inventava histórias, porque lhes fazia
ir parar no mundo da imaginação. Mas certa noite, depois de várias histórias e
gargalhadas, Seu Nunquinha sentiu que algo lhe faltava e se deu conta que teria de
enfrentar uma aventura nunca contada, aventura essa que seria levar suas histórias
diretamente para o nordeste e contá-las para outras crianças. Então, com a ajuda dos
meninos perdidos e da Sininho, bolaram um plano mirabolante e conseguiram pegar o
navio do Capitão Gancho. Saíram voando por todo nordeste brasileiro até chegar em
Coité do Nóia. Logo, Seu nunquinha sentiu que estava no lugar certo. Portanto,,
despediu-se dos seus amigos e deu início a sua nova aventura, começando sua
Graduação de Historinhas Encantadas na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde
também fez Mestrado em Superbrincadeirinhas e Doutorado em HiperImaginação,
tornando-se o Dr, Seu Nunquinha. Acompanhado dos seus inseparáveis irmãos, fez
amizade na Universidade, aventurando-se e espalhando o mundo da imaginação por
meio das suas histórias mágicas.
José Fabricio
Acadêmica do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal