Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Rubiluz nasceu num momento raro e radiante: no exato instante em que um feixe de sol atravessou um rubi cintilante, bem no coração de Coité do Noia, durante a primeira viagem do lendário Trem. Dizem que o brilho foi tão intenso que iluminou até as bochechas dos passarinho e, no meio desse clarão mágico, surgiu ela: cheia de brilho, cor e glamour!
Filha do Sr. Rubi e da Dona esmeralda, cresceu entre glitter, confetes e abraços apertados. Desde pequena, Rubiluz já brilhava mais que a noite de lua cheia. Sua risada era contagiante, seu andar parecia um passinho de dança, e sua mania preferida era espalhar luz e purpurina pelos cantos… até nos dias mais nublados.
Mas, ah! Ela tinha um problema curioso: era tão, tão elétrica, que ninguém conseguia acompanhar seu ritmo! Por isso, desde cedo, a chamavam de “o raio de sol que embarcou no trem errado e foi parar direto no hospital”. Lá, Rubiluz descobriu que sua missão era clara: iluminar os corredores mais escuros com gargalhadas, trapalhadas e carinho.
Apaixonada por fazer sorrir, foi estudar na grandiosa Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde se formou com louvor em Brilhoterapia, com especialização em Bochechologia Aplicada e pós em Palhaçaria Cósmica e Tremologia do Afeto.
Hoje em dia, Rubiluz segue embarcando no Trem da Alegria, com muito brilho, um espelhinho no bolso e uma certeza no coração: que todo mundo tem uma luz própria — ela só aparece mais fácil quando alguém faz a gente rir de verdade.
Maria Eduarda Mota de Castro
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Afya de Maceió
Dra. Trevo
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital da Criança
Drª Trevo Nascida na cidade de Primavera, fruto do amor entre Sr. Grama e Sra. Gérbera, a palhaça Trevo formou-se na Universidade Sorriso de Plantão (USP) em Risoterapia. Quando formou-se e quis especializar-se, precisou viajar para Coité do Nóia, pois, em sua cidade, não tinha o mestrado que tanto almejava: Brinquedoterapia aplicada à Besteirologia e Sortologia. Aos sábados, tenta levar esperança, fé e amor aos seus amiguinhos da cidade de Coité.
Maria Eduarda Ribeiro
Acadêmico do curso de Medicina do Centro de Estudos Superiores de Maceió - Cesmac
Dr.ª Voz
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nascida na cidade de Vozelândia, filha do Senhor Vocal e da Senhora Falsete. Todos que habitam na cidade de Vozelândia, sabiam cantar lindamente, mas esse fato mudou quando a Drª Voz nasceu, pois ela cantava tão mal que todos saiam correndo. Ela ainda tentou fazer um curso de técnicas vocais, mas não deu muito certo, porque o professor pediu demissão assim que ela abriu a boca. Apesar desse detalhezinho, Drª Voz é muito alegre, sorridente e ama brincar com as crianças. Percebendo isso, seus pais resolveram morar no Coité do Noia, para que Drª. Voz pudesse estudar na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Assim, Drª Voz se formou em brincadologia e besterologia, além da sua especialização em alegroterapia. Agora, ela se sente muito realizada, pois além de ter irmãos e irmãs supimpas no sorriso de plantão, ela também pode fazer o que sabe fazer de melhor, que é trazer alegria por onde passa.
Maria Érika
Acadêmica do curso de Fonaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL..
Dra. Ped Sim
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Certo dia, em uma linda tarde de verão, na cidade de Risópolis, nasceu uma doce menininha, filha do Sr. Infâncio e a Dona Pediônica. A menina ainda não tinha recebido um nome, quando ficou bastante doente e precisou de muitos cuidados. Ficou internada no Hospital da Alegria sob os cuidados da Dra. Criancilene, que receitou 1 comprimido de amor a cada 12 horas e 20 gotinhas de diversão todos os dias. Com tantas risadas e carinho a pequena foi melhorando, e logo começou a brincar e ajudar as outras crianças que estavam internadas no hospital. Vendo isso, seus pais decidiram chamá-la de Ped Sim, eles dizem que entre os adultos existe um trabalho pra quem gosta de cuidar de criança, uma tal de Pediatria. Mas a Ped Sim não quis esperar se tornar adulta pra fazer isso. Quando voltou para casa a menininha conversou com seus pais e pegou um trem direto para Coité do Noia, onde ingressou na USP (Universidade Sorriso de Plantão), lá Ped Sim cursou as disciplinas de Afetologia, Uso Irracional de Divertimentos, e Alegria da Criança 1 e 2. Depois de formada, Ped Sim vive brincando e gargalhando por aí, ela acredita que todos nós, crianças e adultos, podemos tornar o mundo um lugar melhor através do amor e da alegria, sendo bálsamo para a dor e aconchego nos dias difíceis.
Maria Eugênia
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dra. Berília
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Berília cresceu entre pedras e poeira, na pequena cidade de Coité do Noia, trabalhando ao lado da mãe em uma antiga mina. Lá, aprendeu a distinguir, com um simples olhar, o valor oculto nas pedras que para muitos pareciam comuns. Com o tempo, desenvolveu um talento raro: enxergar beleza onde quase ninguém via. Naquela mina, as pedras mais especiais não eram encontradas facilmente. Eram tesouros únicos: o Rubi das Amizades, a Safira da Gargalhada e o Diamante do Sorriso — assim dizia sua mãe, com os olhos brilhando de ternura. Certo dia, ela presenteou Berília com uma pequena pedra opaca e misteriosa. Os anos passaram, e aquele brilho prometido nunca veio. Até que um dia, ela decidiu seguir um novo caminho e se matriculou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde se formaria em Palhaçaria. Queria espalhar alegria como quem minera risos no coração das pessoas. Ali, entendeu que o verdadeiro valor das coisas não está no que podemos guardar, mas no que conseguimos fazer florescer nos outros. O sorriso, descobriu, era a mais preciosa das pedras — aquela que, quando compartilhada, faz todos brilharem um pouco mais.
Maria Isabel Melo dos Santos
Acadêmica do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Imaginarium
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Em um outro universo, tinha uma cidadezinha chamada Imaginecity, onde as casas eram
fofinhas como algodão e o chão elástico como um pula-pula. Tinha uma artista chamada
Dona Criativa, que pintava os quadros mais belos de toda a região. A beleza de sua arte vinha
justamente de toda a paixão que ela colocava em suas pinturas. Certo dia, um ladrão roubou o
seu quadro mais valioso e Dona Criativa ficou muito preocupada, então, chamou o Seu Zé,
um feiticeiro muito respeitado em Imaginecity, para ajudar a recuperar o quadro. Seu Zé teve
a grande ideia de fazer um feitiço que desse vida à pintura e, assim, ela voltaria para casa por
conta própria.
Ele pegou um pingo de poção de amor, e recitou as palavras mágicas... Do outro lado da
cidade, quase que de imediato, começou a sair luzes do quadro, junto com uma nuvem
colorida. Dessa nuvem, surgiu Imaginarium, que prontamente, com sua esperteza, despistou
o ladrão e voltou para a casa da Dona Criativa, onde era seu lar. Um dia, Imaginarium estava
estudando Astronomia e descobriu que existia um planeta chamado Terra, que tinha seres
humanos e que, diferente de Imaginecity, nem todos eram felizes. Explodindo de curiosidade,
não pensou duas vezes antes de fazer as malas e partir para esse outro universo visitar
aquele planeta desconhecido para desbravar novas aventuras e espalhar toda a alegria que
ela irradiava. Ela foi parar em Coité do Nóia, onde fez faculdade de Psimaginologia na
Universidade Sorriso de Plantão (USP), além de cursos como Criativologia, e Artealegria. E
atualmente vive feliz, e completa lá em Coité junto com seus irmãos de nariz vermelho.
Maria Júlia Gomes
Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade Maurício de Nassau - Uninassau
Dra. Rumbatina
Ano(s): 2023/2024, 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nascida em Narnia, Rumbatina era filha de um gigante, Rumbacatamau, e de uma humana, Tinatila. Assim, com exemplos de coragem em casa e sendo uma criança meio humana e meio gigante, Rumbatina - Rumba do pai e Tina da mãe - sabia que não se comparava aos gigantes e muito menos se igualava aos humanos de sua terra. Sem saber onde se encaixar, a menina vivia em busca do seu lugar: um lugar onde pudesse se incluir, encaixando-se perfeitamente na média. Certo dia, caminhando pela grama verde, ela encontrou um guarda-roupa e, muito curiosa, resolveu entrar. E que bom que entrou! Ao adentrar o móvel, Rumbatina encontrou um mundo novo: Coité do Noia, com gente que parecia com ela e que também tinha o tamanho dela. Era perfeito! Lá ela encontrou uma máquina estranha que parecia engolir gente e soltava poeira, estudou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), fez a sua amada graduação em Tagarelice com Mestrado em negócio de Risologia e viveu diversas aventuras com sua nova mãe e família. Ah, e o nome daquele estranho que engolia gente era Trem. Ela descobriu isso beeeem depois!
Maria Júlia Lopes
Enfermeira pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Oz
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Era uma vez, um casal que morava na cidade de Esmeralda, no incrível mundo mágico de oz. Após o grande mágico que governava a cidade ir embora, eles tiveram que se mudar para o sertão alagoano, onde tiveram uma filha e decidiram colocar seu nome de Oz, homenageando o lugar que se conheceram. Então, Oz cresceu cercada das histórias que seus pais contavam sobre seu mundo, sobre leões sem coragem, homens de lata com coração, bruxas boas e más e até um espantalho que gostava de pensar. Foi quando se encantou pelo mundo da magia e das coisas que não podiam ser explicadas, apenas vividas. Assim, ficou sabendo que em Coité do Nóia tinha uma faculdade perfeita para ela: a Universidade Sorriso de Plantão (USP). Ao saber disso, conseguiu convencer os seus pais a deixarem ir morar com a palhaça Florzinha Jardins e os seus muitos filhos adotivos, que também estudavam na Universidade, para se especializar nas matérias “Mágica do amor” e “Cubo-Mágico-Terapia”. Além disso, fez seu Mestrado em “Magicolândia: o incrível poder da criatividade” e Doutorado em “Truques de mágica”, formando-se como Dra. Oz. Após aprender todas essas coisas incríveis, Dra. Oz pega a sua cartola mágica e parte no trem de Coité do Nóia para as estações de Hospital a cada 15 dias com seus irmãos, levando alegria, esperança, amor, e mágica pros corações de cada paciente.
Maria Laura de Souza Rufino
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Pingo de gente
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Filha de Dona Balonácia e Seu Bubble, Pingo de Gente nasceu em uma vila de balões
mágicos e coloridos muito distante. Desde o dia em que ela nasceu, sempre depois de uma
grande chuva, vinha um lindo arco-íris no céu da vila. Por ser muito curiosa, Pingo aprendeu
rápido a arte dos balões com seus pais e assim ensinava a todo o vilarejo a soprar os
sentimentos tristes em balões e soltá-los para flutuar. No entanto, os adultos tinham vidas
corridas e não tinham tempo para as brincadeiras e artes de Pingo. Então, cada vez mais, ela
se sentia pequena e diferente dos outros e sonhava em ter crianças parecidas com ela para
poder brincar e rir. Mas, ela não se deixava desanimar. Para cada vez que ela se sentia triste,
inflava um balão com tudo que tinha no peito e amarrava no teto da sua casinha de
brinquedos. Até que um dia, os balões flutuaram com a casinha de brinquedos de Pingo e
saíram em uma viagem aos céus por dias e dias. Até que toda tristeza que havia nos balões
foi estourada e a casinha pousou na cidade de Coité do Noia. Quando chegou lá, conheceu a
Universidade Sorriso de Plantão (USP) e iniciou a graduação em Baloologia, Risologia e fez
doutorado em SPLCET (Sai Pra Lá Com Essa Tristeza), tornando-se a Dra. Pingo de Gente.
Todos os sábados, ela pega o Trem do Sorriso e vai distribuir alegria nos hospitais, realizando
seu maior sonho.
Maria Laura Pessanha
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Pontarela
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Pontarela nasceu em meio a um Festival de Artes Manuais em sua cidade natal, Linhaluz. Filha do grande comerciante Sr. Tecerindo e da conhecida crocheteira Sra. Lãmélia. Ela cresceu entre linhas coloridas e receitas de pontos encantados, e conheceu, acompanhando seu pai, diversas formas de fazer arte. Ao ver pela primeira vez os bastidores mágicos e as telas em branco esperando por poesia em tinta, descobriu suas paixões. Desde então, Pontarela passou a traduzir sentimentos em pontos e cores e a perceber tudo à sua volta com o dom de entrelaçar instantes e tingi-los com novas possibilidades. Com o tempo, a sua vontade de espalhar afeto através de cores e texturas a levou para Coité do Nóia, mais precisamente para a Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde se formou em “Bordadoterapia” e ‘Pinturismo”, especializou-se em “Sorrisologia” e fez pós-graduação em “Amorologia”. Lá, ela entendeu que a arte de amar, de colorir dias cinzentos e de bordar sorrisos são cargos altos e devem ser exercidos com toda a autenticidade e amor que vem de dentro de si. Hoje, a palhaça Pontarela percorre pelas estações da vida com seus irmãos de nariz, seus tecidos de algodão cru, pincéis nos bolsos e um olhar que enxerga arte até nos silêncios. E o mais bonito de tudo: seu jeito carinhoso, criativo e colorido de ser é, sem dúvida, sua maior obra-prim.
Maria Lorrana Alves Barbosa
Acadêmica do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Eureka
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Lá no coração do sertão de Alagoas, numa cidadezinha cheia de vida chamada Coité do Noia, nasceu uma menina que brilhava mais do que o sol de meio-dia: Eureka. Seu nome era Eureka por causa de um grito que a avó deu ao encontrar a menina escondida dentro do armário com uma galinha na cabeça e um rádio de pilha nas costas. Desde pequena, ela não andava - saltava. Não falava — declamava piadas. E não chorava — espirrava confete.
Seu maior passatempo era transformar panelas velhas em chapéus de astronauta, colher mamão com estilingue científico, e usar papel higiênico como túnel de teletransporte para os quintais dos vizinhos. O povo dizia que ela era doidinha, mas ela respondia: "Doidinha, não! Cientista de alegrias inesperadas!" Quando cresceu, seguiu seu coração e ingressou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde cursou “Criatividade com Habilitação em Engenhosidade Aplicada à Bobeira Científica”. Lá, ela criou sua maior invenção: o "Acelerador de Gargalhadas Subcutâneas", um aparelho invisível que mora no bolso do jaleco e ativa sorrisos instantâneos só com a sua presença. Formada com honra, glitter e pirueta, retornou para Coité do Noia com uma missão: espalhar alegria pela região. Foi então que nasceu a Dra. Eureka, uma palhaça-cientista do coração, sempre acompanhada de seu ratinho de bolso chamado Pipeta, seu jaleco cheio de ideias e experimentos de afeto, sua mente com gavetas de maluquices, e seu coração cheio de empatia e bobagem.
Hoje, quando alguém pergunta o que ela trata, ela responde com brilho nos olhos e um nariz vermelho reluzente: “Eu curo tédio agudo, tristeza crônica e falta de brilho no olhar. Meu remédio? Uma pitada de besteira e uma dose alta de amor!"
Maria Luíza de Mendonça Fragoso
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dra. Mergulhinhos
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filha de um mergulhador e de uma sereia, Mergulhinhos era uma menina com aparência humana e poderes de sereia. Desde sempre, Mergulhinhos viveu no mar com sua mãe, onde era muito feliz brincando com seus amigos marinhos, mas, às vezes, sentia-se deslocada, já que lá todos tinham belíssimas caudas, e ela possuía duas pernas desengonçadas. O sonho de Mergulhinhos era conhecer o mundo humano em que havia pessoas mais parecidas com ela, mas sua mãe tinha muito medo de deixá-la ir. Até que um dia, próximo aos corais onde Mergulhinhos costumava brincar, caiu um objeto de lá da superfície. E ela, como uma boa criança curiosa, foi correndo ver o que era aquilo. Quando chegou perto encontrou uma garrafa com algo dentro. Mergulhinhos não pensou duas vezes, foi logo abrindo a garrafa e descobriu que nela tinha uma carta. Uma carta para ela! Mas quem será que tinha mandado aquilo lá de cima? Mergulhinhos começou a ler e, à medida em que lia, seu coração ia acelerando mais e mais. A carta era da Universidade Sorriso de Plantão (USP), lá em Coité do Noia, e dizia que ela tinha sido uma das escolhidas para levar felicidade ao mundo! Então, a corajosa menina embarcou numa grande aventura até chegar em Coité do Noia. Lá, fez graduação em Risadas Profundas e Abraços MARavilhosos. Além disso, tornou-se especialista em Entrar Na Onda dos seus novos irmãos, com quem ela divide o prazer de levar alegria por onde passa.
Maria Pérola Ferreira
Acadêmica de Medicina (UFAL)
Dra. De Marte
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Sou a doutora De Marte. Isso, Marte! Sou de Marte, junto com meu papai e vovô. Nós viemos na mesma nave do Planeta Vermelho. Essa nave pousou no interior de Alagoas, foi embora, e nunca mais voltou. Mamãe conta essa história, porque nossas personalidades são muito parecidas. Então, só poderíamos ter vindo de Marte mesmo. Sempre fui uma criança muito objetiva e ágil, que gostava de brincar com meus irmãos brincadeiras que envolviam muita união, sorrisos e molecagem. A gente sempre cantava, dançava, brincava de escolinha, até juntar as folhas do quintal. Tudo tinha sempre um objetivo. Um pouco introspectiva, reservada, mas a maior parte do tempo muito brincalhona dentro dos limites. O meu coração sempre foi muito fofinho e observador. Mamãe dizia que eu, como Dra., iria ajudar todo mundo devido à minha pontualidade nas atividades que pratico. Diante disso, ingressei na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde quero aperfeiçoar o meu espírito de doação e amor ao próximo, no cuidado, no ouvir e no acolher. Desejo, no decorrer da minha formação, fazer muitos amigos e irmãos de coração, lembrando sempre do propósito de acolher, levar alegria para cada uma das pessoas que
Maria Renata
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Dra. Cherie
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
O Sr. Bispo de Paris e a Sra. Maria Soberana era um casal de jovens que iniciaram sua vida juntos e tiveram três filhos, Sophia, Cherie e Valentino, todos eles cresceram juntos nos arredores de Paris, na França. Todas as tardes iam para a praça, na esperança de encontrar o carroceiro de balões, por incrível que pareça, o Sr. José já esperava as três crianças para vender os mais diversos balões que ele possuía. Depois que viviam esse desejo, se juntavam com outras crianças que estavam na praça para jogar os balões para o céu azul e cheio de nuvens. Após um dia cheio de diversão, as três crianças voltavam para casa, todos lambuzados e com os pés cheios de areia, tomavam banho para jantar junto a seus pais, todos deviam estar apostos na mesa, e “ai quem não tivesse”. Assim que todos adormeciam, Cherie era a única a estar despertada, pensava em todos aqueles balões do Sr. José voando sobre o céu, e seus olhos brilhavam em lembrar de como eram coloridos, percebeu que a vida precisava de mais cores, que tudo aparentava estar cinzento, e que aqueles balões variados de cores iriam despertar alegria e muita felicidade nas pessoas. Foi então que Cherie decidiu ingressar na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá ela aprendeu sobre a diversidade de paleta de cores que existiam, gostava do vermelho que é uma cor vibrante, do amarelo que representa a alegria e ilumina todos a sua volta, assim como o Sol e também gostava do verde, pois ela era uma menina cheia de esperança. Ela tinha tanto gosto pelas cores, que cada pessoa que ela conhecia na universidade, as nomeava com alguma cor diferente, essa era a forma de amor e afeto que tinha por aqueles que estavam ao seu redor. Cherie só conseguia se lembrar daqueles balões ao céu, então ela teve uma ideia incrível de colocar todas as novas cores que ela aprendeu nos balões, para que ficassem mais coloridos naquele céu, e assim iria transmitir alegria a todos que vissem. Toda aquela vida cinzenta teria passado, pois ela tirou um sorriso de cada pessoa que via os balões coloridos sobrevoando nas nuvens daquele céu.
Maria Rita
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Drª. Vira Tempo
Ano(s): 2017/2018, 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Drª. Vira Tempo é filha do Sr. Ponteiro e da Sra. Ampulheta. Nasceu na Temporolândia, a cidade onde conta-se horas e os minutos. Quando nasceu brincava com o relógio só para ver as horas voltarem, não é à toa que ela nasceu quando o tempo virou. Vivia brincando de fazer o tempo mudar, de dia à noite, e de chuva à sol. Além de muito traquina, é muito inteligente, voltava no tempo só para poder assistir as aulas novamente, e logo foi aprovada na disciplina de contação de história com crise de risos pela USP (Universidade Sorriso de Plantão) De tão feliz que ficou, pegou o trem e foi morar em Coité do Nóia para poder brincar com seus irmãos palhaços onde o tempo de criança nunca passa e pode-se trazer o sorriso para o presente sempre.
Maria Simone
Acadêmica de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde Alagoas - UNCISAL
Dra. Merida
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Em um dia em que o céu se perdeu do chão e o vento tropeçou nas nuvens, uma fresta se abriu entre o mundo real e o mundo valente. E por essa fresta, ela passou: toda enrolada em cachos indomáveis. Filha da Sra. Esperança, guardiã dos suspiros otimistas, e do Sr. Aperreado, mestre das risadas rápidas e sambas inventados no quintal da vida, Merida cresceu com a alma solta. Ela criou as suas próprias leis, as suas próprias rotas e, sem perceber, tornou-se especialista em bagunçar o tédio. Foi assim que chegou à Universidade Sorriso de Plantão (USP), tendo como disciplinas obrigatórias Coragem e Felicidade Imparáveis e Flechaterapia do Sorriso. Durante sua jornada acadêmica, aprendeu, entre outras matérias, “Forças da Alma” e “Psicologia da Aventura”, explorando os mistérios de como transformar desafios em risadas e fé. E hoje, vive em Coité do Nóia, onde encontrou irmãos de alma tão destemidos quanto ela. Juntos, embarcam no Trem da Alegria, levando com eles os melhores guias de qualquer jornada: os risos e as gargalhadas. E dessa forma, quando o céu começa a mudar e o vento dança de maneira inesperada, Merida sente algo, como uma música tocando ao fundo, mas que não pode ouvir. Sem hesitar, ela sabe para onde ir, porque a coragem, ela aprendeu, vem daquilo que a gente nem sempre vê, mas sente.
Maria Victória de Lima Araújo
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal