Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
No pôr do sol de um sábado à tarde, em um dia em que as nuvens brilhavam e o céu azul refletia sua luz no mar, houve um eclipse solar. Desse eclipse nasceu uma garotinha. Seus olhinhos brilhavam, sua alegria dançava junto com a poesia do seu nascimento. Seu nome não poderia ser outro senão Eclipse. Vinda de um planeta chamado “Baba”, onde tudo era feito de doce, com uma montanha-russa enorme e o céu rosa cheio de estrelas, Eclipse cresceu. Rodeada de um planeta tão doce quanto ela, ama doces, se não fosse eclipse, certamente seria uma formiguinha. Apaixonada por comemorar aniversários e de uma boa bagunça, acredita na magia do Universo, passando horas com o seu telescópio olhando os planetas. Mas, mesmo assim, eclipse sentia que faltava algo. Até que, aos 8 anos, novamente em mais um pôr do sol de um sábado, o céu se transformou em uma luz lilás cheia de estrelinhas. Então, ela pegou seu telescópio e aventurou-se entre o universo, até que avistou algo diferente do que ela já estava acostumada, um planeta novo. Logo se animou e quis conhecê-lo: era o planeta Terra. Eclipse precisava explorar esse novo planeta, precisava escutar o seu chamado. Quando chegou à Terra, avistou um trem que saía do Coite do Noia, com várias outras crianças que cantavam e brincavam. Os olhinhos de Eclipse brilharam como nunca antes. Com muito brilho e aconchego, foi fazer o que ela sabe fazer de melhor: levar amor. O Trem parou na Estação, e o sorriso de Eclipse transpareceu a todas as galáxias. Eclipse é luz, vida e sorrisos. Uma menina doce e gentil, imperativa e inquieta muitas vezes. Ela une todas as estações e fases, afinal se não fosse essas junções, não seria Eclipse.
Cicera Jeane da Silva Santos
Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Afya de Maceió
Dra. Ametista
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Era uma vez…
A Cidade de Coité do Nóia abriga um povoado muito próspero e feliz, governado pelo Rei Rocha. Seu nome imponente não esconde a macicez de seu governo. Porém, é impossível governar sozinho e, para auxiliar nessa difícil tarefa, o Rei desposou uma mulher, a dona da floricultura, chamada Lilac! A mulher amava as flores de todos os tipos e cultivava um lindo jardim ao pé do castelo, que todos do Reino passavam para visitar. Somente uma coisa tirava o sono do casal real: era a hora de estabelecer um herdeiro. E tentaram de tudo! Sementes de várias qualidades foram germinadas na barriga de Lilac, mas nenhuma florescia... Nada parecia funcionar. Um dia, tão triste após várias tentativas, a Rainha se ajoelhou perto de suas flores e de seus olhos romperam lágrimas incessantes. No dia seguinte, quando passeava por seu jardim, a Rainha se deparou com uma flor que nunca havia visto antes: era roxa, e ainda estava fechada em um botão. Sem saber como ela foi parar ali e curiosa sobre a aparência da flor, Lilac resolveu regá-la... Com o tempo, a flor ficava cada dia mais bonita, até que um dia a Rainha voltou para visitá-la e percebeu que havia desabrochado. No centro da flor, estava aninhado um bebê, que tinha em sua testa dois pequenos cristais. Os reis mal podiam acreditar na bênção que o jardim os havia concedido. A menina, batizada de Ametista, tomava cada vez mais gosto pela riqueza de seu reino. Riqueza essa que a Princesa gostaria de espalhar para toda a população. E assim fez: a garota prodígio foi enviada para a Universidade Sorriso de Plantão (USP)! Lá, Ametista se formou em Manejo de Pedras Preciosas. Na sua jornada, a Princesa descobriu que uma das maiores riquezas que podem ser compartilhadas não é uma pedra preciosa, mas um sorriso sincero. E, com isso, Ametista tomou como tarefa de vida levar a riqueza que possui, o seu sorriso, para aqueles que mais precisam!
Filha do Seu Oceano e da Dona Pacífica, a Drª Mar de Ondinha nasceu durante o verão da Ilha de Páscoa, sua terra natal. Ao completar sete anos mudou-se para Coité do Nóia, quando o vento trouxe a notícia que lá existia o curso dos seus sonhos!
Ela é formada em Besteirologia do riso pela USP (Universidade Sorriso de Plantão) e atualmente faz mestrado em Sorrisoterapia.
Clara Vieira
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário CESMAC.
Drª. Clarilu
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Clarilu é a doutorinha que veio lá do sul da cidade sol e luz mar azul. Formada na USP (Universidade Sorriso de Plantão), especializada em iluminar lugares e sorrisos. Com muito ânimo e disposição sua maior alegria é dar plantão.
Nas horas vagas o que mais gosta de fazer é dormir, quando tem muita coisa pra fazer também! Mas não dispensa um sorriso no rosto de quem ela quer bem. Contar com a Clarilu é ter uma certeza, apoio, carinho e alegria em meio a tristeza.
Clarissa Gomes
Estudante do curso de Psicologia do Centro Universitário CESMAC.
Dra. Bee
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital da Criança
Sun, cuidava de abelhas e tinha uma apicultura.
Pollyete, uma moça bem bonita, era louca por girassóis.
Eles namoravam, e Sun fez uma plantação de girassóis em homenagem a ela, conseguindo tirar uma renda daquilo também para sobreviver.
Um certo dia, houve um enxame de abelhas em direção a plantação, que a danificou, e o casal vendo aquilo, muito tristes, tiveram que se mudar para tentar uma vida nova na cidade vizinha, Coité do Nóia.
Pollyete, muito triste com a situação, um dia andando e desejando que sua situação melhorasse, e com muita saudade daqueles girassóis, observou um girassol em meio ao seu percurso, em que nele estava pousando uma linda abelha.
Ela ficou muito feliz e surpresa, aquilo lhe deu esperanças, pois fazia lembrar o quão feliz era com aquela antiga plantação e o cuidado que seu marido tinha com aqueles girassóis e as suas abelhas.
Um certo tempo depois, Sun e Pollyete arrumaram um emprego em uma floricultura, e ela descobriu que estava grávida de uma menininha, decidindo colocar seu nome de Anabee Solaris, a apelidando de Bee, em homenagem às abelhas tão marcantes na história dela com Sun.
Dra Bee cresceu em Coité do Nóia rodeada de amiguinhos, e se formou em Jardinagem da alegria na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde encontrou diversos irmãos palhaços e começou a fazer parte do trem que sai da cidade de Coité do Nóia todos os sábados para alegrar diversas pessoas que precisam de amor,, já que se alegra com essa missão e isso é o que a faz feliz.
Com 10 anos atualmente, Dra Bee é apaixonada por girassóis, abelhas, crianças da sua idade para brincar e por jardinagem, e adora fazer parte desse trem incrível com seus irmãos.
Clarysse Mariana
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Miguelita
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016, 2016/2017, 2018/2019
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Miguelita era uma boneca de pano que ganhou vida, após ouvir o som da flauta doce tocado por Lila, sua dona! Elas moravam numa cidade conhecida como Musicópoles, e Miguelita adorava cantar e também aprendeu a tocar!!. Seu nome era assim, pois ela nasceu no dia de São Miguel, um anjo protetor das crianças! Fez Faculdade na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e lá ela se formou Palhaça Doutora. Em seguida fez Pós Graduação em Risoterapia, Musicoterapia e Besteirologia! Mora com seus irmãos palhaços em Coité do Nóia e aos sábados viaja de trem para os hospitais junto com eles levando alegria, sorrisos e bastante amor para todas as crianças!
Cláudia Alves
Acadêmica do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL..
Drª. Fofurômetra
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Filha do senhor Carinho e da senhora Ternurinha, Fofurômetra nasceu na fantástica Terra do Afeto, onde vivem as mais lindas emoções e há muitas flores, animais e todas as cores do arco-íris. No entanto, ela nasceu diferente, pois é capaz de mensurar e armazenar afeição, bondade, luz e inocência no seu pequeno serzinho.
Determinada, Drª Fofurômetra foi, então, estudar na USP (Universidade Sorriso de Plantão) para aprimorar o seu superpoder de medir e alcançar níveis bem altos de fofura, com o objetivo de explodir e espalhar toda doçura e amor em cada coraçãozinho que passar por ela. Hoje, formada em Meiguicelogia, Risoterapia e Abraçologia, ela embarca em um trem bem colorido e muito animado juntamente com os seus irmãos palhaços doutores para expandir alegria, amor e todas as coisas mais fofas do mundo e deixar um pouquinho do que guarda no seu coraçãometro em todas as pessoas, pois ela sempre acreditou que "o amor é contagioso".
Claythianne Assunção
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Drª. Dinky Doo
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nascida no povoado Respostas, localizada na Terra das Soluções, Dinky Doo adora contar histórias e dentro de uma caixinha onde ela desenha encontra a saída para todas as situações, com música, brinquedos e até piadas, ela desvenda todos os mistérios. Através das palavrinhas mágicas "Sim, Senhore, positone" as fadas das resoluções lhe trazem o pó mágico da inspiração. Formada em Alegriologia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão), encontrou em seu curso a solução dos dias cinzentos. Reside em Coité do Nóia, com seus irmãos, e juntos vão aos sábados no trem da alegria, levar a "decifração" nos plantões, que agora é a sua caixa, através da alegria, das brincadeiras, da esperança e do amor.
Clécia Almeida
Acadêmica do curso de Nutrição do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Filha de Dona Ana e do Senhor Risonildo, nasceu no Palácio das Gargalhadas em Coité do Nóia, e por isso não economiza na risada. Ela acredita que uma boa dose de riso diariamente tem o poder de transformar vidas.
Adora dançar, interpretar e canta sem desafinar. destrambelhada que só ela... Doutora pela USP (Universidade Sorriso de Plantão), atualmente ministra Risoterapia pelos palcos da vida.
Clesiane Faustino
Estudante do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Dra. Tropicália
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Tropicália nasceu numa ilha chamada Hawaii, situada entre mares. Nessa ilha, o sol sempre brilhava e trazia uma brisa agradável. As flores exóticas do lugar coloriam cada rua e o mar era calmo e cristalino. Seus pais, apaixonados pela exuberância da natureza local, decidiram que o nome de sua filha deveria refletir essa beleza tropical, porém, a enfermeira, um tanto distraída, trocou os papéis com outra criança e acabou colocando "Tropicália" ao invés do planejado "Kalani". E assim, Tropicália recebeu seu nome de maneira totalmente inusitada, o que se tornou motivo de muitas piadas familiares. A criança sempre se mostrou curiosa e aventureira. Cresceu explorando cada canto da ilha, gostava de nadar com seu peixinho que sempre lhe pedia um sanduíche de amendoim. Ela amava descobrir os segredos ocultos da ilha e aprender com os mais antigos todas as histórias fantásticas de lá. Um dia, durante uma de suas explorações, Tropicália encontrou com seu amigo que tinha achado um antigo mapa dentro de uma garrafa boiando. Esse mapa indicava o caminho para a Universidade Sorriso de Plantão (USP), um lugar situado num país tropical onde os estudantes aprendiam a arte de espalhar alegria e felicidade pelo mundo. Determinada a seguir seu destino, Tropicália partiu em uma jornada repleta de aventuras, enfrentando desafios e fazendo novos amigos ao longo do caminho. Ela navegou por mares, escalou montanhas íngremes e belíssimas, sempre com um sorriso no rosto e uma piada na ponta da lingua. Finalmente, após muitas aventuras, Tropicália chegou à USP, onde foi recebida de braços abertos pelos professores e estudantes. Lá, ela mergulhou de cabeça nos estudos, aprendendo a ciência por trás da felicidade e espalhando seu próprio sorriso contagioso por onde passava.
Cristine Vitória do Nascimento Ferreira
Acadêmica de Fisioterapia (UNCISAL)
Dra. Purpurata
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Fruto do amor da Srª Floreslu e do Srº Forroreei, Purpurata vivia no jardim da primavera onde conheceu os mais doces cheiros de todas as flores que se possam imaginar e as borboletas de todas as cores e formas. Naquela região, toda estação era primavera e Purpurata era uma criança que sonhava em levar esperança a todos os cantos. Ela estava prestando vestibular mais uma vez para a Universidade. Então, em uma bela tarde ensolarada de primavera quando chegou a notícia que Purpurata iria morar em Coité do Nóia para estudar Risoterapia e Contação de Histórias na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Passaram-se os anos e ela se formou e especializou-se em Besteriologia. O estilo da Musicologia foi uma tentativa falha, pois é inimiga do ritmo. E então, aos sábados, Drª Purpurata viajava para o Hospital Metropolitano (HM) com os seus irmãos e irmãs no Trem do Sorriso de Plantão para deixar seu glitter da alegria de cor de púrpura aos finais dos plantões, distribuindo a esperança aos pacientes, familiares e profissionais.
Dandara Dinna
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Drª. Animália
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Filha de Dona Eucaryota e Seu Eucarionte, Drª Animália nasceu lá na cidade Eumetazoa. Quando cresceu, viajou mundo afora, e tratou de levar muito amor às espécies do Reino Animal que já passaram pelo seu caminho. Mas certo dia, ela acordou achando que algo estava faltando em sua vida, pois havia ainda uma espécie que nunca tinha recebido seu amor. Pensou, pensou e pensou, e então entendeu que o que lhe faltava era levar amor aos humanos. Seguiu viagem, e chegou ate uma cidadezinha chamada Coite do Noia, onde conheceu outros como ela, e juntos formaram uma grande família. A fim de seguir o seu sonho, decidiu estudar besteirologia e risoterapia na USP (Universidade Sorriso de Plantão), que a fez aprender tudo sobre arrancar sorrisos dos serumaninhos.
Hoje Drª Animália se junta aos seus irmãos aos sábados para levar alegria à muitas crianças. Dessa forma ela aprendeu que o amor tudo cura, e o sorriso será sempre a melhor terapia.
Daniela Carvalho
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Dra Zabé do Balancê
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Zabé do Balancê, nasceu em Dançolandia, que é um município próximo a Coité do Nóia. Ela recebeu esse nome pois só conseguia dormir quando sua avó a embalava, cantando a fazia dormir. Um dia, quando Zabé visitava a feira da cidade de Coité com sua avó, ela ouviu o aproximar de um trem muito barulhento e animado, cheio de música, alegria, cantoria e dança. Curiosa e destemida, Zabé procurou saber como poderia embarcar nesse Trem e assim conheceu a palhaça Florzinha Jardins, que a matriculou na Universidade Sorriso de Plantão (USP) Lá, ela se especializou em Zabumbaterapia para melhor ritimar os risos daqueles que estão à sua volta.
Daniele Marinho dos Santos
Acadêmica do tecnólogo de Radiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Cearamor
Ano(s): 2019/2020
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Filha da Terra da Luz, Cearamor mudou-se para Coité do Noia para aprender um pouco mais sobre o poder de espalhar amor e alegria, pois ouviu falar que a Universidade Sorriso de Plantão (USP) tinha desenvolvido a fórmula para transformar tristeza em alegria e todo sentimento ruim em amor. Ela pretendia voltar para sua terra natal, mas acabou se apaixonando pelo lugar e integrando uma enorme família de palhaços doutores. Desde então, ela tem o maior prazer em embarcar no trem e aplicar todo o conhecimento aprendido na USP, onde se especializou em Cultivo de Sementes de Alegria, levando muito amor para todos os pequenos que encontra no caminho.
Danielle Carvalho
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Drª. Torre Eiffel
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Drª. Torre Eiffel nasceu em Paris, onde seus pais Sr. Arco do Triunfo e Dona Mesquita (de Paris) viviam. Toffel (como era chamada) sempre foi muito admirada pelo seu tamanho, e pelo coração (enorme) que tinha. Conseguia espalhar muito amor por onde passava e isso deixava as pessoas mais leves. Aos 8 anos, Toffel passou em Besteirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e precisou se mudar para o Brasil. Passou a morar numa cidadezinha chamada Coité do Nóia, onde todo sábado um trem muito animado passava chamando a atenção de Torre Eiffel. Quando se formou, Toffel foi convidada para espalhar seu amor e distribuir sorrisos nos locais onde esse trem passava, e ela foi. Torre Eiffel fica muito feliz quando é dia de pegar o trem, porque sabe que muitos sorrisos e muita besteirologia vão rolar.
Danmires Vieira
Acadêmica do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Drª. Flip-Flop
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Drª. Flip-Flop é uma palhaça legal e muito sorridente, que acredita em um mundo encantado e cheio de coisas mágicas, onde a base da vida chama-se amor. Filha de João Pé-de-feijão e Dona Filomena das Antenas, é a caçula, com apenas 5 anos de idade. Natural da linda e brilhante cidade Coité do Nóia, adora distribuir e receber sorrisos por onde passa. Desde cedo, apaixonou-se pelo ato de trazer felicidade ao próximo, o que de certa forma a motivou a graduar-se em risoterapia e bestorologia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão).
Dannyelle Shyrley
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL..