Ano(s): 2015/2016
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Dra. Bugiganga é natural de Alegrinópolis e residente de Coité do Nóia. Filha de Dona Dora, uma aventureira que adora passear de buggy, e Seu Toupeira, que um dia cavou tanto e achou uma pedra preciosa, a qual chamou de Ganga. Quando sua 86ª filha nasceu, decidiram nomeá-la de Bugiganga. Ela é uma Alegriana divertida e tranquila, adora bagunçar, brincar e distribuir sorriso pelo o mundo. Apesar de não saber dançar, domina a arte do remelexo.
?? especialista em Besteirologia Antiamargurítica pela USP (Universidade Sorriso de Plantão).
Andressa Cavalcante
Estudante do curso de Enfermagem da Universidade Integrada Tiradentes - UNIT.
Dra. Patina Risos
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Em uma pequena cidade onde o gelo era mais doce que o mel e o riso mais contagiante que o sol da manhã, nasceu Patina Risos. Filha de Dona Rodopio e Sr. Alegria, dois palhaços amantes da patinação, Patina Risos veio ao mundo rodeada pela magia dos picadeiros e o brilho das pistas de gelo. Desde pequena, seu coração batia no ritmo das piruetas no gelo de sua mãe e dos truques engraçados de seu pai. Eles a ensinaram que, assim como no gelo, na vida é preciso equilíbrio, mas também é fundamental cair e se levantar com um sorriso no rosto. A cidade onde viviam, Bosque das Piruetas, era conhecida por seus moradores apaixonados pela patinação. Lá, as ruas tinham nomes como "Rua dos Rodopios" e "Avenida dos Saltos". O parque principal se chamava "Pista do Arco-Íris", lugar em que as crianças aprendiam a patinar ao som de músicas alegres. Patina cresceu entre piruetas e piadas, sempre levando alegria por onde passava. Seu amor pela patinação a levou a sonhar alto e, quando soube da Universidade do Sorriso de Plantão (USP) em Coité do Nóia, ela sabia que era seu destino. Na USP, as matérias eram como encantamentos: "Coreografias de Felicidade", "Risoterapia Avançada" e "Acrobacias do Bem". Patina se encantou com cada aula, mergulhando de cabeça na arte de fazer o mundo mais feliz através da patinação e da palhaçaria. Ao se formar em "Patinação Terapêutica" e "Palhaçaria de Coração", Patina Risos decidiu que queria levar essa magia para os hospitais. Ela se tornou a Dra. Patina e, junto com seus amigos da USP, viajava de trem para os hospitais mais distantes, levando alegria e esperança às crianças hospitalizadas. Patina leva consigo a o aprendizado de que o arco-íris que surgia ao patinar era seu sinal de magia, lembrando a todos que a felicidade pode ser encontrada até mesmo no gelo mais frio, quando se tem um coração aquecido pelo amor.
Andressa Samyra da Silva
Acadêmica de Fisioterapia (UNCISAL)
Drª. Fênix
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Fênix sempre foi uma menina esperançosa... filha do Amor e da Fé, nunca se deixou perder a alegria de viver. Sempre quando os problemas a afligiam ela, com a força da bondade, dava a volta por cima e vencia. Os momentos difíceis eram aprendizados, nada a abalava, pois, a Fé sempre a ensinou a acreditar, a jamais duvidar que ela podia e PODE. Fênix aprendeu que nada de bom morre verdadeiramente, pois tudo que é bom pode RENASCER a cada desafio que enfrentamos. A Fênix aprendeu a renascer, a fazer com que as chamas dos perigos a ensinassem e fossem benevolente no final do desafio...
??s vezes temos que renascer das cinzas e assim nos tornar mais bonitos, mais fortes do que um dia já fomos. A Fênix cresceu, e a Drª Fênix RENASCEU para mostrar que o amor, a fé, a esperança nunca morrererão... sempre estarão ali, ensinando, fazendo parte da vida... mesmo que a gente ache que não temos mais opções, que as possibilidades viraram cinzas - SAIBAM QUE ELAS SEMPRE RENASCER??O MAIS FORTES... NADA é impossível aquele que acredita no possível. Pois a cada "cinza" que nós vivenciamos não podemos esquecer que o arco-íris aparece, que o fogo que se alastrou e queimou nos torna mais, mais fortes, que a Fé e o Amor só crescem e ensinam e cada lágrima sempre será um aprendizado, uma cura pros nossos dias, cada sorriso nos mudará e nos fortalecerá. Então, vamos ser Fenix???s??? em nossas vidas, vamos ser fortes e a cada obstáculo vencer, RENASCER. Vamos ser chamas, vamos sorrir pela vida que temos e pelas oportunidades que nos foram dadas. Assim como a Fênix, podemos sempre RENASCER mais fortes a cada obstáculo.
Andressa Soares
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Drª. Cifra de Amor
Ano(s): 2019/2020
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Filha do Sr. Dorremí e da Sra. Fassolá, Cifra de Amor nasceu na cidade de Cantarolândia e, desde muito nova, conseguia levar amor aos corações de todos os moradores daquele lugar através das lindas canções que herdara de seus pais. Cifra de Amor nunca foi muito amiga da Sra. Tristeza e, por isso, além de encantar as pessoas ao seu redor, decidiu cantarolar amor por todos os outros lugares do mundo e levar felicidade a mais e mais gente. Convidada pelo seu amigo de longa data, Dr. CadêGolias, mudou-se então para Coité do Nóia, ingressando na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, foi adotada por Florzinha dos Jardins e encontrou diversos novos irmãos que, juntos a ela, espalham muito carinho e sorrisos aos hospitais, todos os sábados, deixando sempre a reflexão da importância de uma canção na vida de todos.
Andreza Barros
Acadêmica do curso de Enfermagem na Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Mascote
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018, 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Drª. Mascote morava em Mascotelândia, lugar onde vivem todos os mascotes de pelúcia, com os seus pais: Senhor Pateta e Senhora Manela e com o seu irmãozinho mais novo conhecido como pequeno Cibiti. Drª. Mascote vivia animando torcidas cantarolando e pinotando com o seu irmãozinho e seus outros amiguinhos. Certo dia, enquanto Drª. Mascote se apresentava em Mascotelândia, um senhor especialista em asneira a perguntou se ela teria interesse em usar o seu talento atrapalhado na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Drª. Mascote não pensou duas vezes, colocou o seu pandeiro debaixo do braço, pegou carona em um unicórnio e desembarcou em Coité do Nóia para encontrar seus amigos palhaços. ?? especialista em dança na modalidade desengonçada, canto desafinado e besteirologia.
Andreza Marques
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL
Drª. Anjola
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Anjola tem muita coisa dentro de sua caixola. Não é bem um anjo, porque só faz asneirola, parece mais uma criançola! Com as criançolinhas ela brinca de bola, de escola, pede esmola, enrola, e se bobear ela pega sua cartola e vai-se embora, sabe pra onde??? Angola!!! ?? mesmo: anjola. Formada em Besteirola Logia na USP (Universidade Sorriso de Plantão), ela adora mesmo é dar asas à imaginação.
Angélica Feltrin
Estudante do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Dra. Mindinho
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Mindinho, a palhaça-do-cuidado, nasceu no corredor colorido da ala pediátrica do Hospital Esperança. Ela surgiu quando uma criança, em um momento de dor, desenhou sua mão no papel e fez um lindo sorriso no menor dedinho, que ganhou vida e deu origem à pequena e espevitada Dra. Mindinho.
Curiosa por natureza, e especialista em fazer cócegas em corações tristes, Mindinho era pequena no tamanho, mas gigante em carinho. Ela era a palhaça das pequenas gentilezas — aquelas que cabem no dedinho, mas que tocam a alma inteira.
Dizem que, quando ela chega, a febre se assusta e vai embora, que seu nariz vermelho tem poderes mágicos e que seus abraços têm mais efeito colateral que qualquer remédio: causam alegria intensa, sem contraindicações.
E quando a visita acaba, enquanto as crianças acenam das camas, a palhacinha olha para o céu do hospital e sorri, sabendo que sua missão está viva: curar onde nem sempre a medicina alcança — nos cantinhos do coração, onde o amor faz mais efeito do que qualquer injeção.
Anna Júlia Rocha Santos
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Nunoca
Ano(s): 2015/2016, 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Nasceu na terra do nunca e mora em uma toca. Fica sempre escondidinha, mas é cativada quando surgem sorrisos e gargalhadas. Graduada em Sorrisoterapia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão), atua distribuindo alegria e esperança. Não há jeito de largar seu mascote, o Felizbertinho, que fica bem do ladinho do coração. Junto aos seus irmãos, adora brincar com a criançada e fica imensamente feliz quando recebe um singelo sorriso.
Anna Karolinna Ramos
Acadêmica do curso de Farmácia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Dra. Costurilda
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Era uma vez, em um cantinho mágico chamado Coité do Noia, uma cidade escondida entre nuvens de algodão-doce e árvores que sussurravam segredos ao vento. Nessa cidade especial, nasceu uma menininha de 7 anos chamada Costurilda. Seus olhos brilhavam como duas estrelas teimosas e seus cabelos lembravam novelos de fios azuis que dançavam ao vento. Mas o mais especial em Costurilda era o seu sorriso, um sorriso tão forte que, quando aparecia, até os pássaros esqueciam de cantar só para ouvi-lo. Seus pais, a Senhora Agulha, uma costureira sábia que bordava histórias no tecido do tempo, e o Senhor Raio, um homem de coração elétrico que acendia as noites com ideias brilhantes. Juntos, eles não puderam ter filhos do jeito tradicional. Então, numa noite de lua cheia, costuraram sua filha com fios de esperança, ponto por ponto, com linha feita de risos de criança, retalhos de sonhos antigos, e um botão mágico bem no meio do coração: o botão do sentir. Ela tinha um propósito: “Costurar as amarguras da vida com o fio invisível do sorriso.” Hoje em dia, dizem que se você olhar com atenção, em algum canto de Coité do Noia, talvez atrás da feira, perto do pé de seriguela, ainda se vê uma menininha com uma agulha de prata, costurando raios dourados no céu para que virem trovões de alegria.
Anny Beatriz de Melo Santos
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Drª. Zebrita
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Oi, sou a Drª. Zebrita, tenho 07 aninhos e vou contar minha história e vocês irão se encantar. Eu vivia na savana africana com meu papai Sr. Zebrão e minha mamãe Dona Zebrona, junto com meus 05 irmãozinhos, Wanessa Zebrinha, Gabi Zebriela, João Zebra, Lucas Zebrito e Álvaro Zebrinho. Vivíamos pulando de hospital em hospital alegrando as criancinhas. Até que um belo dia papai teve a ideia de visitar os hospitais no Brasil. Fiquei encantada!!! Então pedi aos meus pais para ficar e eles concordaram, então pulando de hospital em hospital, conheci meus amiguinhos do projeto Sorriso de Plantão, eles me convidaram para fazer um curso na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e eu aceitei. Hoje sou formada em Besteirologia e faço parte dessa linda família, o grupo de Palhaços Doutores.
Anny França
Estudante do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Dra. Cabelo Encantado
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Em uma cidade distante, em que os contos de fadas eram existentes, nasceu uma alegre garota que possui um grande cabelo trançado e mágico, pois ele carrega toda a sua essência recheada de otimismo, empatia e sonhos, sendo preenchido por flores e muito brilho. Essa bela moça não veio de uma barriga comum, pois nasceu do último parágrafo de uma história com versos de esperanças, fato esse que explica a sua paixão pela escrita. E o seu nome é: Cabelo Encantado! Curiosamente, ela tem um astral altíssimo, com uma energia inabalável, ânimo infinito para cantarolar e se sente extremamente feliz ao conversar com os adultos e brincar com as crianças. Desde cedo, Cabelo Encantado sabia que tinha uma missão: devolver sorrisos que se perderam por aí. E foi assim que, um dia, guiada por um livro que só aparecia para quem tinha alma de palhaço, ela descobriu o mapa até Coité do Nóia, um lugar mágico onde fica a Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, palhaços de hospital treinam seus dons para cuidar com amor, humor e escuta verdadeira, intervindo com pomadas de afeto naqueles que estão com o coração cansado. Ela iniciou o seu Doutorado em “Ciências Carinhosas” e, diariamente, propaga esse sentimento para todos que estiverem à sua volta, com os seus cachos que fazem cócegas no tédio e levantam uma energia linda e contagiante. Pode-se dizer que esse é o seu traço mais marcante! Hoje, Dra. Cabelo Encantado caminha pelos hospitais com a aparência de princesa, o nariz de palhaça, o espírito de criança e não larga a sua armadura predileta: a perseverança!
Anny Nickoly Costa Saldanha
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Tigão
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Bem, na verdade, há muito tempo... Em um lugar chamado Ilha do Tigre, nasceu um tigre não muito diferente dos demais que ali habitavam. Sempre brincalhão, amoroso e super beijoqueiro, isso mesmo beijoqueiro. Certo dia o tigre com sua família, mudaram de cidade, ou melhor, de estado, e veio parar em lugar chamado Tigres do Coité. Ele era muito feliz, e muito tempo depois, o tigre se encantou, e não foi por uma onça, foi por uma gatinha. E o engraçado foi que se deram muito bem, muito bem! E então a gatinha chamava o tigre meu Tigão, um apelido carinhoso, e foi daí que surgiu o nome dele, Tigão! E hoje o Tigão faz parte do Sorriso de Plantão e estuda na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Pense em um tigre brincalhão e feliz! Pensou? ?? o Tigãoo... ??ta Tigão danadão.
Anthony Antunes
Estudante do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Dr. Pajuaba
Ano(s): 2022/2023, 2023/2024
Hospital: Hospital da Criança
Ano(s): 2019/2020, 2020/2021, 2021/2022
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Rodrigo Ramalho
Ninguém sabe ao certo de onde surgiu Pajuaba, mas foi numa noite fria do alto sertão de Xingu que a Florzinha do Jardim encontrou uma criança brincando com os cactos e conversando com a lua. Florzinha do Jardim perguntara à Pajuaba o porquê de uma criança estar brincando com cactos e conversando com a Lua. Ele respondeu sem vacilar: “até os cactos merecem ser abraçados e a Lua precisa de companhia, como todos nós”. Curiosa, Florzinha perguntou se os espinhos não o machucavam e ele respondeu que os cactos só machucam quem tem receio de abraçá-los quando não são verdadeiros com eles. Depois disso, Pajuaba mostrou uma flor de cacto e Florzinha ficou deslumbrada com tanta beleza. Florzinha do Jardim fala, então, que em Coité do Nóia existem várias pessoas que pensam da mesma forma e que lá o amor ao outro prevalece. Pajuaba, animado, decide ir a esse lugar para entrar na Universidade Sorriso de Plantão (USP) para conversar e abraçar todas as pessoas que se sentem só. Nesse novo lugar, ele conheceu pessoas que não tinham medo de abraçar cactos ou conversar com a lua, e juntos a ele, levam muito amor, afeto e felicidade por onde passam! Sua maior especialidade é tocar seu violão e alegrar todos com suas canções.
Antonio Maurício
Acadêmico do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Jubilosa
Ano(s): 2017/2018
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Tudo se inicia em um lugar não tão distante, mas também não foi logo ali, muito menos aqui e nem vai ser lá, mas é isso mesmo, onde um casal muito apaixonado chegou para morar.
Sr. Júbilo e Sra. Esperançosa estranharam o fato daquele lugar ser tão cinza, mas quando colocaram os pés pela primeira vez no teto daquele lugar,trouxeram júbilo (alegria excessiva) e esperança , dando cor ao lugar. Além de trazerem um sentido de vida para cada ser existente, tudo voltou ao seu lugar, ao seu eixo.
Depois de algum tempo, do amor desse casal, nasceu Jubilosa, sendo ela a mistura perfeita de seus pais.
Várias teorias passaram a ser feitas sobre o nome daquela bebê tão esperta, todos queriam saber de onde veio seu nome, alguns até arriscavam alguns palpites, mas o que eles não sabiam é que ela recebeu esse nome por nascer rindo, além disso, seu nome se encaixou tão bem que se você perceber, ele é a junção dos nomes dos pais dela. Qualquer semelhança não é mera coincidência!
Jubilosa cresceu e faz jus ao seu nome, porque é uma criança muito alegre e ela ama causar sorrisos.
E esse amor por sorrisos é tão grande que com apenas cinco anos tornou-se doutora em Sorrisoterapia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão), se especializando em Besteirologia e Dança desengonçada.
Atualmente, mora na cidade mais jubilosa que existe, Coité do Nóia, onde ganhou muitos irmãos e é muito grata por isso.
Ela se reúne quinzenalmente com seus irmãos aos sábados e vão ao HU compartilhar alegria e esperança em dias melhores, porque a vida não faz sentido se não tocarmos o coração das pessoas e nos permitir ser tocados também.
Ariana da Silva
Acadêmica de Nutrição da Estácio/FAL
Drª. Nana
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Esse nome não é porque rima com banana, só lembro que me deram quando criança, não irá demorar para que você entenda, deve ser porque eu era pequena. Até hoje me chamam assim, mas veja só, eu cresci. Cresci e gosto de ser feliz mas isso fica melhor quando todos ainda me chamam assim. Criada em uma família feliz onde me ensinaram a ser sincera e feliz e é assim que quero você perto de mim.
Drª. Nana estudou na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Especialista em dar atenção a criançada, quero ver todas sorrindo, soltando mil gargalhadas.
Ariane Barbosa
Estudante do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Drª. Asa Branca
Ano(s): 2017/2018
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Fruto do amor de Luiz Gonzaga e Rosinha de Mandacaru, Drª. Asa Branca, nasceu em uma cidadezinha do sertão chamada Tamanha Judiação, terra que arde igual à fogueira de São João.
Desde muito cedo brincando sob o sol em meio à seca, descobriu o grande poder do Sorriso. Tão forte quanto à chuva, toda vez que ela sorria fazia o verde de seus olhos se espalhar na plantação, levando esperança e acabando com toda tristeza dos que estavam ao seu redor.
Um dia, Asa Branca bateu asas do sertão, deu adeus a Rosinha e foi para Coité. Estudou Besteirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão), especializou-se em Sorrisoterapia e aperfeiçoou a arte de espalhar alegria por onde passa e recolher sorrisos para fazer florescer a sua terra.
Hoje longe, muitas léguas, para ela não existe solidão. Pois, nunca esperou a chuva cair de novo para voltar pro seu Plantão.
Ariane Paz
Acadêmica de Medicina do Centro Universitário Tiradentes - UNIT