Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Nascida no interior do Mundo da Leitura, Gali-Leia, filha do senhor Galileu e da senhora Borralheira, sempre foi uma menina muito curiosa e brincalhona, que cresceu lendo ao ar livre, dando asas à imaginação em torno do campo de girassóis e de outras belas flores em que habitam borboletas das mais diversas cores. Como todo gatinho não aguenta ver um bichinho voando, logo corria atrás em busca de diversão ao tentar alcançar suas amiguinhas, mas sua preferida sempre foi a borboleta laranja. Laranja é uma cor muito associada ao entusiasmo, alegria, criatividade, vitalidade, e Gali-Leia sempre acreditou que essa cor é capaz de melhorar o humor e aumentar a autoconfiança. Ah... a borboleta laranja engloba tudo isso e muito mais. Para ela, é um lembrete de que a vida é um processo de transformação constante, que tudo corre para o bem e que em cada nova fase da vida podemos encontrar novas oportunidades e descobrir novas possibilidades. Por isso, certo dia ela decidiu que queria levar a sua paixão pela leitura e histórias para outras vidas. Gali-leia decidiu viajar para além do Mundo da Leitura e foi morar em Coité do Noia, onde graduou-se em Historialogia Criativa e Imaginaciologia Avançada na Universidade Sorriso de Plantão (USP), com doutorado em Sonhos Literários pela mesma Instituição. Conheceu, então, uma grande família e, junto com seus irmãos de nariz vermelho, aos sábados, pega o trem da imaginação e a cada dia aprende mais e mais que sonhar sozinha é importante, mas sonhar junto é ainda mais poderoso.
Ana Caroline Santos
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Clave Astral
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Antes do som, antes da luz, antes mesmo do tempo... havia um silêncio tão profundo que parecia eterno. Mas então, sem aviso, algo ecoou no vazio: o Primeiro Acorde. Não era apenas som — era a centelha do existir, o começo da vida, a vibração que despertou as estrelas e coloriu o nada com infinitas possibilidades.
Uma parte desse acorde, porém, se perdeu. Não por acidente, mas por escolha. Ele queria encontrar alguém... alguém capaz de compreender sua natureza: feita de alegria, saudade, mistério e esperança. E então, viajando entre galáxias e sonhos, ele caiu em Melodália, o planeta onde a música tem corpo, a cor tem cheiro e os sentimentos dançam em espirais de luz.
Numa noite em que os céus se dobraram em uma aurora cantada, uma flor de som se abriu no coração da floresta musical. Dentro dela, vibrando suavemente como se fosse uma melodia viva, havia uma menina. Não nasceu — apareceu. Como se tivesse sido soprada pelo vento das estrelas. Seu nome não foi escolhido, foi escutado: Clave Astral.
Desde pequena, Clave ouvia os astros conversando entre si. Sabia que os cometas dançavam coreografias secretas, que os planetas riam baixinho, e que cada estrela escondia uma canção adormecida. Era como se seu coração estivesse afinado com a própria sinfonia do universo.
Guiada por um som que só ela conseguia ouvir, encontrou duas relíquias celestes: o Violão Estelar Luzia, forjado com as cordas do vento solar, e a Batuta das Constelações, capaz de traçar caminhos musicais entre mundos. Ao uni-las com um acorde de amor genuíno, Clave despertou seu verdadeiro dom: acender estrelas dentro das pessoas.
Mas, em sua jornada, um som esquecido ressurgiu. Contratempo apareceu, não como vilão, mas como lembrança: a parte do Primeiro Acorde que trazia dor, pausa e silêncio. E a Clave compreendeu: até o silêncio precisa ser escutado. Nesse encontro cósmico, ela tocou uma melodia que uniu som e silêncio, luz e sombra, mostrando que a harmonia verdadeira nasce do equilíbrio. Desde então, Clave Astral não apenas espalha música, mas ensina que até o silêncio tem uma canção. E que a verdadeira cura está em escutar tudo, até aquilo que não foi dito.
Seguindo o chamado da escuta sensível, Clave chegou a um lugar escondido entre risos e encantamentos: Coité dos Noias. Ao contrário dos mundos que precisavam ser curados, ali o riso já era ciência, o afeto era ensino e a alegria, alquimia. Na Universidade Sorriso de Plantão (USP), ela transformou sua música em remédio de alma, unindo ciência e encantamento.
Hoje, como Dra. Clave Astral, ela viaja entre mundos e corações, espalhando estrelas de esperança por onde passa. Porque a verdadeira música não precisa de palco — ela vive onde há escuta, onde há afeto, onde há sorriso.
Ana Cecília Sandes dos Santos Dantas
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Registros
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Em uma pequena vila chamada Memórias, nasceu Registros, fruto do amor breve de Sra. Camerita e Sr. Fotograve. Registros sempre foi um pouco tímida e calada, não sabia como se expressar e muito menos como chegar nas pessoas, mas esse comportamento se deve à vila que morava. As pessoas da vila eram um pouco caladas: não era um lugar que você escutava risadas com frequência. Quando criança, Registros achou uma câmera velha guardada em uma caixa, encantou-se, nunca tinha visto algo parecido, era novo para ela. Resolveu perguntar a Sra. Camerita o que era aquilo, ao descobrir que era uma câmera e qual era sua função, apaixonou-se pelo objeto que antes era desconhecido por ela. Um belo dia, depois muitaaas fotos tiradas durante alguns anos, Ela pediu à mãe para mostrá-la todos os momentos registrados. A mãe, muito triste, explicou que a câmera nunca funcionou, e todas as fotos que foram tiradas apenas estavam guardadas na memória. Registros ficou muito triste, pois sabia a importância de ter todos aqueles momentos guardados e, depois disso, prometeu para ela que, naquela Vila Triste, ela ainda ia registrar muitas risadas. Dito e feito, Registros ganhou uma câmera, e decidiu sair para fotografar histórias na Vila, mas sempre se deparava com pessoas sérias, e não sabia o que fazer para conquistar um riso. Foi então que ela teve uma ideia: sempre que ia fotografar, falava "olha o passarinho", as pessoas ficavam curiosas e procuravam o tal passarinho, mas ao perceberem que não tinha passarinho nenhum, caiam na gargalhada. Ela conseguiu registrar muitos momentos assim, e despertar o riso onde era esquecido. Ela viajou o mundo com sua câmera e a responsabilidade de congelar momentos felizes e preservar as lembranças de dias únicos. E foi assim, fotografando e imprimindo amor, saudade e tantos sentimentos bons e inesquecíveis, que chegou em Coité do Nóia e percebeu que ali ela precisaria ficar um bom tempo. Determinada em aprimorar seus conhecimentos, entrou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde se formou em "Fototerapia do Riso" com especialidade em "Rindo à toa". Fez também Mestrado em "Memórias vívidas" e Doutorado em " Photoshop do riso". Todos os sábados, ela pega o trem para fazer seus plantões fotográficos, porque a história de cada pessoa importa e é ela quem vai ilustrar a narrativa desse álbum que vem sendo criado todos os sábados.
Ana Clara Alves
Acadêmica de Terapia Ocupacional (UNCISAL)
Dra. Lovegood
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Era uma vez uma garota chamada Lovegood, que vivia no mundo dos trouxas, mas cuja família tinha uma conexão com o mundo mágico. Seus pais, Percy e Luna Lovegood, eram conhecidos por serem excêntricos e acreditavam em coisas como criaturas mágicas e teorias conspiratórias sobre o Ministério da Magia. Lovegood cresceu em um ambiente único, cercada por artefatos estranhos e histórias sobre o mundo mágico. Com o tempo, ela descobriu que sua verdadeira vocação estava para além da magia do mundo bruxo, mas sim para uma magia de trazer alegria e conforto para as pessoas. Lovegood decidiu que queria usar suas habilidades para transformar o ambiente dos hospitais em lugares mais agradáveis e acolhedores. Apesar de ter habilidades mágicas, Lovegood descobriu a magia em coisas simples e levava esse seu jeito especial de ver e fazer as coisas por onde passava. Assim, ela encontrou sua verdadeira vocação e se sentia feliz e realizada com ela.
Ana Clara Frutuoso
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Drª. Coloré
Ano(s): 2017/2018
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Desde que nasceu, Drª. Coloré sempre foi muito apaixonada por cores, como o próprio nome sugere. Filha do Sr. Arco-Íris e da Sra. Purpurina, não poderia ser diferente, né?
Graduada no curso de Besteirologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e pós graduada em Alegriologia e Terapia do Riso, a Dra. Coloré coleciona os mais belos sorrisos, corações, flores e todas as cores do amor. Seu único medo é que o mundo se transforme em um eterno preto e branco.
Munida de todos os tons que existem no universo inteiro, ela sai junto ao trem do Sorriso de Plantão todos os sábados até o HU, na busca incessante de espalhar o amor, todo C-O-L-O-R-I-D-I-N-H-O.
Ana Cláudia Ramos
Acadêmica de Odontologia do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Drª. She-Ra
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Nasci no Reino de Ethéria Alegria, pertinho de Coité do Noia, me chamo Dra. She-Ra e sou filha do Rei Randor Cintilinte e da Rainha Marlena Riso. Morei por muito tempo em um lindo Castelo de Cristal e lá aprendi a usar os meus Super Poderes; a força do abraço, a cura do sorriso, as palavras encantadas do amor e da animação. Com minha espada consigo fazer o poderoso feitiço do Faz de Conta que realiza todos os pedidos desde que você acredite muito.
Passei muito tempo imaginando onde usaria tudo isso até que me formei em Encantadologia pela USP- Universidade Sorriso De Plantão e descobri que todos os meus poderes seriam usados nos plantões porque somente naquele mundo mágico, onde a esperança parece ter vida, é que eles funcionam de verdade. A partir de então, passei meus dias contando as horas para me divertir de montão com meus irmãos e mostrar para as pessoas que a magia está em todos os lugares, basta você acreditar!
Ana Karen Mineiro
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dra. Refrãozinho
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
De uma pequena cidade chamada Coité do Nóia, nasceu Refrãozinho, filha de Dona Harmonia Risonha e Seu Jazz Jovial. Refrãozinho sempre foi uma menina comunicativa e contagiava com seu sorriso a toda vizinhança rapidamente, mas ela tinha vergonha de uma coisa: cantar em público. Até que um dia, enquanto estava cantando em seu quarto, os seus pais a ouviram cantar e indicaram que ela fizesse a prova da Universidade do Sorriso de Plantão (USP). Então, ela fez a prova e percebeu que a canção ia além de um hobby: era um amor que ela ainda não conhecia. Ela viu que amava cantar, principalmente para ajudar e alegrar um pouco o dia de cada pessoa. Depois disso, aos sábados, Refrãozinho alegra as pessoas com a sua alegria contagiante e cantando muitos refrãos. Hoje, Dra. Refrãozinho, formada pela USP, é especialista em “Cantalogia “com “ritmos raros” e pós-graduada em “Risologia”.
Ana Karoline dos Santos Mello
Acadêmica do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Luminella
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Dra. Luminella nasceu no colorido bairro das Emoções, na cidade de Coité do Noia, onde o cinza das preocupações era iluminado por pequenos gestos de alegria. Desde pequena, encantava-se com a luz do sol refletida nas poças d’água e com os arco-íris que surgiam após a chuva, fascinada por como um simples raio de luz podia transformar o mundo em um espetáculo de cores. Determinada a espalhar essa beleza pelo mundo, Luminella estudou as “Artes da Aquarela”, aprendendo a misturar cores não só nas telas, mas também nos corações das pessoas. Um dia, ao visitar um hospital para entregar quadros aos pacientes, ela tropeçou em um carrinho de medicamentos e derramou tintas por todo lado. Mas, em vez de broncas, ganhou risos: as paredes pálidas agora estavam salpicadas de cores vivas, e os pacientes começaram a chamá-la de “doutora das cores”. Dessa forma, também, Luminella encontrou seus irmãos de Coité do Noia: o Sorriso de Plantão. Decidida a levar mais do que quadros, Dra. Luminella, junto a seus irmãos, criou um jaleco especial, costurado com botões coloridos e bordado com pequenos raios de luz. Com um nariz vermelho que brilhava como uma estrela e pincéis escondidos nos bolsos, ela passou a visitar hospitais, onde pintava não só rostos, mas também sorrisos. Mesmo enfrentando resistência de quem acreditava que hospitais não eram lugar para brincadeiras, Dra. Luminella provou que a luz e a cor têm poder de cura. Luminella tornou-se símbolo de que, mesmo nas horas mais sombrias, um pouco de luz e cor podem transformar o mundo — porque, no fim, todo coração precisa de um toque de aquarela.
Ana Laura Gomes Rêgo
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Risotril
Ano(s): 2017/2018, 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Lá no bosque encantado de Tão Tão Distante, em uma explosão de risos, alegria e uma pitadinha de música, nasce a primeira filha de seu Divertil e Dona Paracetafeliz, a bela fadinha Risotril. ?? medida que ia crescendo, seus pais diziam que ela seria o remédio da tristeza, pois adorava cantar e fazer brotar risadas a todos que encontrava. Inquieta para colorir de alegria todas as crianças com sua animação, decidiu voar em uma jornada de aventuras, canções e sorrisos, até a cidade de Coité do Noia. Lá, Formou-se em Besteirologia, com especialização em Risologia aplicada a música pela USP (Universidade Sorriso de Plantão), e quinzenalmente se reúne com seus amigos palhaços doutores para levar a alegria que aprendeu a cultivar durante sua vida a todos que nos hospitais encontrar.
Ana Lybia
Acadêmica de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL
Drª. Fulustreca
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Fulustreca, ou melhor, Dotôra Fulustreca, é uma pediatra formada em especialidades múltiplas, com mestrado e doutorado em BPA (Besteirologia Pura e Aplicada).
Nasceu em um reino tão distante chamado Coité do Nóia. Sua atividade preferida é pegar o trem e ir plantonear, colocando em prática tudo que aprendeu na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Seu público alvo são crianças meigas, lindas e abusadas.
Ana Thaís
Estudante do curso de Enfermagem do Centro Universitário CESMAC.
Drª. Fulustreca
Ano(s): 2015/2016
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Fulustreca, ou melhor, Dotôra Fulustreca, é uma pediatra formada em especialidades múltiplas, com mestrado e doutorado em BPA (Besteirologia Pura e Aplicada). Nasceu em um reino tão distante chamado Coité do Nóia. Sua atividade preferida é pegar o trem e ir plantonear, colocando em prática tudo que aprendeu na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Seu público alvo são crianças meigas, lindas e abusadas.
Ana Thaís
Estudante do curso de Enfermagem do Centro Universitário CESMAC.
Dra. Artemísia
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Em um dia de alegria, ao amanhecer do dia, surgiu uma menininha chamada Artemísia. O seu riso de alegria e seu olhar de ternura encantam assim como o orvalho brilhante de seu nascimento. E ela cresceu assim, junto da natureza e de sua família querida em um sítio perto de Coité do Nóia. Um dia, junto com sua família, ela conheceu a Florzinha Jardins e a grande família Sorriso de Plantão. Todos ficaram tão encantados com essa família abençoada que convidaram a Florzinha Jardins para ser madrinha de sua filha amada no dia da festa de São João. E desde esse dia, Artemísia, junto com sua dindinha, embarcam com todos no Trem para fazer o bem com amizade, alegria e amor. E, a cada fim de semana, torna-se uma nova aventura. Com os irmãos do Sorriso, a diversão vem unida com muita emoção e amor no coração.
Ana Vitória
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dra. Fantine
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Houve um tempo no Reino das Fadas Encantadas em que cada raio de luz dançava entre as pétalas das flores e os riachos sussurravam segredos ancestrais. Neste lugar mágico, vivia Fantine, a fada da serenidade. Ela era especial, emanando uma bondade que brilhava como as estrelas no céu noturno. Seu olhar, sempre sereno, parecia estar conectado a um lugar de paz, equilíbrio e harmonia, inspirando todos ao seu redor. Entretanto, algo dentro dela sussurrava que seu destino estava além das fronteiras do Reino das Fadas. Esse chamado a levou a explorar uma seção esquecida na biblioteca das fadas, onde descobriu um livro antigo, empoeirado e encantado. Ao abri-lo, suas páginas começaram a brilhar, revelando histórias de terras distantes e desconhecidas. Intrigada, Fantine mergulhou na leitura, sentindo um profundo chamado ecoando em seu coração. Foi então que uma misteriosa neblina a envolveu e, quando a neblina se dissipou, ela percebeu que não estava mais em seu reino. Em vez disso, encontrou-se no estranho e desconhecido Reino de Coité do Nóia. Inicialmente, confusa e um pouco assustada, Fantine logo descobriu que neste lugar as pessoas tinham narizes vermelhos igual a ela e dedicavam suas vidas a espalhar alegria, conforto e esperança. Percebendo que sua presença ali não era um acidente, mas sim um chamado do destino, Fantine decidiu contribuir com esse reino e matriculou-se na Universidade do Sorriso de Plantão (USP) em Serenismo, onde aprendeu as artes da palhaçaria e como usar sua magia.
Nascida em Autódromolândia, a cidade que é conhecida por suas competições de corridas malucas, Vanelope é filha de Peter Perfeito e Penellope Charmosa. Assim como seus pais, ela é competidora das corridas que espalham alegria, distribuem prêmios de abraços, possuem as curvas da felicidade e a pista da diversão. Doce e atrevida, tem uma personalidade tão colorida quanto seu penteado. Formada em Brincadeirologia pela Universidade Sorriso de Plantão, Drª. Vanelope conta os dias para chegar o sábado, seu dia preferido, para se aventurar pelos corredores e enfermarias do hospital, compartilhando brincadeiras e espalhando amor por todo lado.
Ancila Lima
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr. Cordeirinho
Ano(s): 2015/2016, 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Eu sou o Dr. Cordeirinho. Não sou muito de ouvir. Eu falo de uma forma diferente com as pessoas, usando as minhas mãos. Tenho esse nome por causa do meu cabelo fofinho igual a uma lã. Quando me junto aos meus irmãos no plantão, é só alegria no Sorriso de Plantão.
André Antônio
Acadêmico do curso de Letras (Libras) na Universidade Federal de Alagoas - UFAl.
Dra. Horizonte
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Era uma vez, em um lindo horizonte azul, uma garotinha muito tagarela, todos os fins de semana saiam correndo para a varanda de sua casa para ver o trem com destino a Coité do Nóia passar, ela esperava com um sorriso no rosto, sentada em seu balanço de madeira que seu pai, Seu Inventor, construiu com muito carinho. O que realmente a encantava no trem era a alegria dos palhaços que estavam lá, todos as vezes ela recebia uma flor de um dos palhaços e isso a deixava radiante de alegria e ansiosa para o próximo encontro.
Dra. Horizonte sempre foi muito amada por todos de sua família, mas seu desejo de embarcar naquele trem sempre esteve presente. Certo final de semana ela foi surpreendida com o convite para participar do trem da alegria, a felicidade era tanta que não cabia em seu peito. Dra. Horizonte logo entrou na Universidade Sorriso de Plantão (USP) onde começou sua graduação em "Esperançaterapia". Todos os finais de semana ela colocava em prática tudo que aprendeu, levando esperança através de uma conversa, abraço, afago, e muitas vezes de um silêncio. Com o passar do tempo, Dra. horizonte começou sua pós graduação em "Tranquiloterapia amplicada", hoje já formada se sente muito feliz em poder tirar sorrisos e levar um pouco de leveza e amor por onde passar.
Andreia Araujo
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal