Ano(s): 2014/2015, 2015/2016, 2016/2017
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filha de um rei muito conhecido durante o carnaval o Rei Momo, e da rainha Mama juntou o Mo do pai mais o Ma da mãe e ficou seu nome. Nascida em um baile de carnaval, ela é filha única e sempre gostou de brincar, mas como não tem irmãos adora fazer novos amigos, é alegre e extrovertida além de muito inteligente. ?? formada na USP (Universidade Sorriso de Plantão) em Não Dança Nada e pós-graduada em Sem Ritmo Algum. Môma nasceu na cidade do samba e veio para o Coité do Nóia atrás de novos amigos, e junto a eles se divertir e arrancar sorrisos, e mostrar que de onde ela veio ninguém fica parado.
Mônica Souza
Acadêmica do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL..
Dra. Tech Tech
Ano(s): 2022/2023, 2023/2024
Hospital: Hospital da Criança
A Dra. Tech Tech nasceu em um lugar muito distante. Era um lugar onde as pessoas já não eram tão humanas assim, pois eram mais máquina do que gente. Por conta disso, a Dra. Tech Tech era diferente. Não estranhem se ouvirem um Tech às vezes ao andar em Nanotech, já que, naquele lugar, dentro das pessoas, há algumas engrenagens que as fazem funcionar. Quando a Tech Tech passava, olhava-se estranho, porque ela estava sempre ouvindo música e dançando querendo animar aqueles ao seu redor. Um dia ela descobriu que os braços serviam para uma coisa muito legal. Pensou assim: se você passá- los ao redor de outra pessoa e apertá-los, irá sentir algo muito bom. Porém, quanto mais Tech Tech tentava explicar, mais as pessoas não entendiam. Como poderiam compreender se em Nanotech todos, menos a Tech Tech, têm um coração de lata? Acontece que ela possuía um coração humano que distribuía mais amor do que sinal de wi-fi. Um dia, ouviu que em Coité do Nóia existem pessoas parecidas com ela, que gostam de animar os outros e de distribuir amor. Então, partiu! Lá em Coité, ela entrou para a Universidade Sorriso de Plantão (USP) e fez cursos como Desoxidação de cotovelos, Dança Robótica e o mais difícil de todos: Jeitinho. Descobriu que o que ela fazia em Nanotech era chamado de abraço e que era uma forma de demonstrar amor com os braços, mas que também dá pra demonstrar amor de todo o jeito, com as mãos, com a boca e até com a sobrancelha. Dessa forma, agora a Dra. Tech Tech visita os hospitais junto com seus irmãos palhaços para mostrar que o amor pode te desenferrujar.
Monique Delfino
Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Obique
Ano(s): 2018/2019, 2019/2020
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Filha de Ripoica e TinTim, Dra. Obique teve esse nome porque desde quando ela nasceu sua irmã Tanajulia só conseguia chamá-la assim. Obique vai, Obique vem, quando se deu conta toda a sua família já estava chamando daquele jeito. Nascida em Alegracity, uma cidadezinha bastante alegre e cheia de amor, que guardava a lenda da estrela encantada. Obique gostava muito de brincar, dançar, deixar amor e alegria por onde passava e arrasar basiquinha toda sempre! Além de se aventurar todos os dias com sua irmã Tanajulia em busca da estrela encantada que dava o poder de espalhar glitter, música e diversão. Depois de muitas aventuras, enfim, a encontraram, mas Obique tinha que partir para uma longa e nova aventura. Como presente de Tanajulia levou a estrela para poder lembrar de sua família e não se sentir sozinha em sua nova jornada. Mudou-se para Coité do Noia onde teve a oportunidade de conhecer e estudar na USP (Universidade Sorriso de Plantão). La fez vários amigos, se formou em aventurologia, dançologia, besteirologia e se especializou em gargalhadas estranhas e cantos desafinados. Todos os sábados se junta com seus irmãos palhaços e embarcam no trem do sorriso levando brilho, amor, alegria e conforto a todos os passageiros.
Monnique Batista
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Uruguinha
Ano(s): 2017/2018, 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filha de dona Tarta e do papai Tortuguinha. Uruguinha é muito engraçadinha. Até para andar ela é atrapalhada. Se é para ir para a frente, ela vai para trás. Se é para ir para o lado de cá, para o outro é que ela vai. ?? tão atrapalhada a Drª uruguinha, e de tão envergonhada ela esconde a cabecinha. ?? assim, devagar, mas sempre buscou ir em frente para conquistar seus sonhos. Ela carrega consigo um lema que o importante é tentar, que não podemos nunca desanimar. Porque a vitória pode-se conquistar! Acorda cedo, pois o sol é bem quente, quente por demais na cidade onde mora. Todos os sábados vem de trem, diretamente de Coité do Nóia junto com seus irmãos para o HGE em busca de conhecer e fazer rir as criancinhas. Formou-se na USP(Universidade do Sorriso de Plantão) e lá e especializou-se em gargalhadices e abracinhos carinhosos.
Morgana Carolina
Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Tiradentes - UNIT
Drª. Curalina
Ano(s): 2018/2019, 2019/2020
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Curalina é filha da Dona Linda e do Seu Curação, mora na cidade de Coité do Nóia, ama a cor azul e o mar, sempre quis cuidar e curar as crianças, sabendo disso, seus pais a matricularam na USP (Universidade Sorriso de Plantão) onde ela cursou Cuidadologia, Risoterapia e Alegrias diversas. Aos Sábados, Curalina embarca no fantástico trem do sorriso junto com seus irmãos e vem distribuir o que há de mais lindo no mundo, o amor!
Mylene Barbosa
Acadêmica do curso de Fisioterapeuta da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Boneca de Pano
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Feita de retalhos de tecidos coloridos e costurada por D. Mistica a boneca de pano foi dada a sua neta Iridessa que a amou, e amou tanto que lhe deu vida através de um pedido feito a estrela cadente, quando a boneca de pano menina se fez, foi uma grande felicidade na casa. Ela passou a ter a vida de criança e brincava, pintava, cantava e estudava junto a sua melhor amiga. Em um dia comum, ela estava passeando na rua e viu um panfleto voando, quando o pegou e leu descobriu a universidade sorriso de plantão (USP), logo, quis se matricular e assim fez, ela estudou e se formou em inventologia de histórias mirabolantes, crochetologia e costura de retalhos coloridos com especialização em felicidade infinita, conheceu sua nova família e vive costurando suas próprias roupas com retalhos e espalhando alegria lá em coité do noia.
Mylenna Raíssa Silva Bispo
Acadêmica do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr.ª Dopamina
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Filha do Sr. Bom Humor e da Srª. Felicidade, Dopamina sempre foi uma criança carinhosa, amorosa, que gosta muito de brincar e abraçar. Sua avó, Dona Bondade, sempre lhe ensinou a fazer o bem, e por onde Dopamina passa leva consigo os ensinamentos e exemplos de sua família, procurando sempre deixar uma pitada de alegria e esperança nos corações que encontra. Formada em Química do bem estar pela USP (Universidade Sorriso de Plantão), pós-graduanda em Fisiologia do abraço. Reside em Coité do Nóia com seus muitos e queridos irmãos palhaços doutores, espalhando muito afeto e tornando muitos corações felizes.
Myrna Tenório
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Drª. Xilofone
Ano(s): 2017/2018
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filha de Seu Balafon e Dona Baqueta, Xilofone nasceu na pequena cidade de Marinópolis. Desde que nasceu, ouvia seus pais tocarem e cantarem para ela, o que a fez se apaixonar pela música desde muito cedo.
Xilofone, com energia para dar e vender, amava cantar e tocar usando as baquetas que ela mesma improvisava: as vezes colheres e até varetas, tirando sempre um bom som de tudo que conseguisse arrumar.
Quando foi aprovada pela USP (Universidade do Sorriso de Plantão),no curso de Besteirologia, Xilofone teve que ir para a capital, e passou a alegrar a tarde das crianças com toda a sua energia e empolgação.
Atualmente, faz mestrado em cantarologia e risologia. Mora em Coité do Nóia com seus irmãos e ama dividir as suas tardes de sábado com as crianças que precisam de diversão e de uma chuva de sorrisos.
Naara Rayssa
Acadêmica de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL
Dr. Maui
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Em uma terra distante, banhada pelas águas do oceano, havia uma ilha chamada Marañón. Nesta ilha, vivia um jovem chamado Maui, cujo nome significava "oceano" na antiga língua de seus ancestrais. Maui era diferente das outras pessoas de Marañón, pois desde muito jovem ele sabia que havia algo especial em seu destino. Desde criança, Maui ouvia histórias sobre seus ancestrais e os grandes feitos que realizavam com seus poderes mágicos. Mas ele próprio, ao crescer, descobriu que seus próprios poderes estavam aprisionados em um cajado mágico, uma relíquia deixada por seus antepassados. Determinado a desvendar o mistério de seu próprio ser, Maui embarcou em uma jornada pelo vasto oceano, navegando em seu barco em busca de respostas. Ele navegou por dias e noites, enfrentando tempestades e desafios, até finalmente chegar à misteriosa ilha de Cuieté do Nóia. Nesta ilha, Maui encontrou sábios e estudiosos que compartilhavam conhecimentos ancestrais sobre os semideuses e seus poderes. Foi lá que ele descobriu a verdade sobre sua linhagem: seus ancestrais eram habitantes de uma ilha lendária, oculta dos mapas e protegida por magia antiga. Ao mergulhar nos estudos na Universidade Sorriso de Plantão, Maui descobriu que seu verdadeiro poder residia em trazer alegria e felicidade aos outros. Ele aprendeu a usar seu cajado não para fins egoístas ou de dominação, mas para trazer paz e harmonia ao mundo ao seu redor. Com o tempo, Maui se tornou conhecido como um herói em Marañón e além, viajando de em ilha, espalhando alegria e esperança onde quer que fosse, graças ao seu trabalho, Maui conseguiu alegrar o dia de muitas pessoas que estavam passando por momentos difíceis. Sua voz era como um bálsamo para os corações cansados e seus risos se espalhavam pelos corredores, trazendo uma aura de esperança e felicidade. Ele encontrou seu propósito não apenas em descobrir seus próprios poderes, mas em usar esses poderes para fazer o bem aos outros. E assim, a lenda de Maui, o semideus do oceano, se espalhou pelos mares, inspirando gerações futuras a encontrar a força em si mesmos para fazer do mundo um lugar melhor.
Nadielson de Freitas Abas
Acadêmico do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Drª. Mulan
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Desde que nasceu sempre gostou de brincar, correr, pular e dançar, mas queria compartilhar toda sua energia com outros e assim formou-se na USP (Universidade Sorriso de Plantão) e se especializou em Babaquices e Danças Sem noção. Sempre foi a alegria da criançada com seu jeito de encantar o coração de todos por onde passa. Durante as férias com seus pais na China, teve a oportunidade de conhecer grandes amigos; Mushu e Gri-Li, seus companheiros fiéis que a acompanham em todos os seus plantões grudados em seu jaleco e ajudando a deixar o dia dos pequeninos mais feliz.
Nalini Mansur
Estudante do curso de Enfermagem do Centro Universitário CESMAC.
Dra. Tutullet
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Em um belo dia em um reino não tão distante, chamado Coité do Nóia, um casal formado por uma costureira de fantasias e um pianista que toca para companhias de ballet foram convidados para participar do primeiro espetáculo de ballet da cidade. Minha mãe, como costureira, ficou responsável pelas fantasias das bailarinas e meu pai tocaria piano no espetáculo. Os dois ficaram tão animados com o convite que não pensaram duas vezes antes de aceitar. Quando as fantasias ficaram prontas, eles ficaram tão felizes com o resultado que, desse amor pelas roupas das bailarinas, especialmente, um novo amor brotou. O tutu da saia delas, que sempre fez seus olhos brilharem, possibilitaram que eu nascesse como Dra. Tutullet. Desde pequena, fui apaixonada por ballet e música. Por isso, cursei Balletografia na Universidade Sorriso de Plantão (USP), com mestrado em Musicologia e Doutorado em Sorrisometria.
Natália Anjos
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Pétala
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital da Criança
Pétala era uma menina doce que sempre gostou de ver o mundo através do que é bonito. Sempre amou a natureza, principalmente as flores, pois, apesar do clima, faça chuva ou faça sol, elas sempre se abrem e mostram suas cores pro mundo, tornando-o mais alegre. Pétala sempre se enxergou nelas e sempre quis mostrar pros outros suas perspectivas. Quando cresceu mais um pouco, decidiu se mudar para estudar na Universidade Sorriso de Plantão (USP), pois sabia que lá encontraria o seu lugar. Durante seus estudos, e ainda sem saber o que queria fazer, ela descobriu que existia uma área especializada em fazer os outros mais felizes. Ela procurou saber mais sobre o que se tratava. Quando finalmente se formou, decidiu se mudar pra Coité do Nóia, pois lá, todo fim de semana, passa um Trem que leva ela e os seus irmãos para conhecer flores dentro do hospital. Pétala agora é especialista em fazer as pessoas desabrocharem os seus sorrisos e mostrarem sua beleza pro mundo, que fica mil vezes mais bonito!
Natália Calazans de Souza
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário de Maceió - Unima
Dra. Alegrarte
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Em um cantinho colorido do mundo, na charmosa cidade de Sorrisópolis, nasceu Dra. Alegrarte, filha do Sr. Arte com a Sra. Alegria. Desde pequena, ela acreditava que curar ia muito além de remédios — era preciso encantar, colorir sorrisos e espalhar esperança. Dra. Alegrarte tinha um dom especial: enxergava o brilho escondido dentro de cada pessoa, mesmo nas horas de tristeza, medo ou desânimo. E sempre dizia:
“O que não se diz, se pinta. O que não se entende, se sente. E o que se quebra… a gente cola com amor.” Com pincéis invisíveis de coragem, abraços moldados em massinha e palavras que dançavam como borboletas, ela transformava corações cinzentos em verdadeiros arco-íris por onde passava. Atendia crianças, adultos, avôs e avós — afinal, todos, em algum momento, precisam de um pouco de cor e carinho. Um dia, com a mala cheia de sonhos, partiu para a cidade de Coité do Nóia e entrou na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde estudou “Escutação Empática e “Gargalhologia”. Hoje, segue espalhando alegria por onde passa, provando que a arte também cura — e onde vive Dra. Alegrarte, o amor brilha e a vida ganha cor.
Natália Nóia Sampaio
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Ladybug
Ano(s): 2023/2024, 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nascida em Imaginápoles, Ladybug sempre viveu de forma simples e feliz. Adorava ouvir os pássaros pela manhã e estava sempre disposta a ajudar a todos ao seu redor. Mas, com o passar do tempo, Ladybug passou a se questionar sobre seu nome, o qual, tantas vezes, foi motivo de brincadeira para ela e seus amigos. Sua avó, Floridosquéia, explicou que seu nome significava “joaninha” e que sua mãe, antes de viajar para um outro planeta distante do nosso, dizia que amava esses insetos por serem muito importantes para a natureza, já que impediam que os pulgões sugassem a seiva da planta, deixando-as, assim, cheias de vida. Era assim que a mãe de Ladybug via a menina, como a cura para as suas tristezas, trazendo vida para ela. Ladybug sempre amou brincar com crianças, conversar sozinha, criar histórias em sua cabeça. Então, a sua avó inscreveu-a para a Universidade Sorriso de Plantão (USP), pois lá ela sabia que a menina conseguiria ser quem realmente é e aprimoraria suas qualidades. A Dra. Ladybug ficou com medo por ter que se mudar para Coité do Nóia, pois tudo que fazia era na companhia da avó. Esse sentimento logo passou quando Ladybug entrou na Universidade. Apesar de envergonhada e tímida, sentiu-se muito acolhida e contente, podendo estudar tudo que sempre amou. Hoje, ela vive cercada de crianças, buscando arrancar os sorrisos mais lindos e sinceros, brincando das mais diversas brincadeiras, conversando muita besteira, conseguindo, assim, dar sentido ao significado do seu nome, servindo sempre aos outros em primeiro lugar.
Natalia Silva
Drª. Jasmin
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Dra. Jasmim é uma palhaça feita do perfume da pureza e do amor ela adora transmitir alegria cantando, brincando e dançando. Nasceu no reino encantado das flores, é filha da Dona Rosa e do Senhor Copo de Leite. Seus pais percebendo seu jeitinho todo especial de transmitir amor e carinho á levaram para USP (Universidade Sorriso de Plantão) onde ela estudou Besterologia e se especializou em Cantarologia. Nos sábados ela acorda cedinho e ansiosamente se prepara para um lindo dia aonde vai para o hospital levar á todos á alegria que floresce dentro de si através dos sorrisos que recebe gratuitamente todos os sábados.
Nataliene Melo
Estudante do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Dra. Aika
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Em Meguro, um dos bairros de Coité do Norte, nasceu a mais doce das vozes, a Aika. Com seus cachinhos castanhos em formato espiral, sua pele morena e com seus olhinhos brilhantes feito as estrelas do céu, encantava a todos que a olhava. À medida que crescia, Aika ia desenvolvendo seu talento e amor pela música, ela amava cantar por entre os pés de cerejeira, soando junto com a brisa suave, que tocava levemente cada movimento sutil de seu rosto. Ela era a voz daquele povo e o orgulho de seus pais, Cristalina e Corisel, amava ficar pulando e brincando, inventando suas poesias acústicas com seu pequeno violão. Mas algo estranho em Meguro estava acontecendo, as pessoas estavam tristes, desanimadas, estavam adoecendo, não viam mais beleza, nem amor à vida.
Por um tempo, ela se calou, por um bom tempo ela se calou... até entender o que de fato estava acontecendo.
Até que, em um dia, sua melhor amiga, ao qual partilhava suas canções, adoeceu. Aika ficou desesperada, não sabia o que fazer, muito triste, ela segurava todos os dias as mãos de sua melhor amiga na esperança de acalentá-la. Malry, muito cansada, amava todo aquele caminho de Aika, amava a doçura de sua companhia e dos momentos em que sua amiga cantava uma de suas melhores canções: Sentimentos são que remetia o conto que ambas mais gostavam, A Bela e a Fera. Até que, antes de partir, Malry pediu que Aika prometesse que não deixasse de cantar e que enchesse novamente o coração daquelas pessoas de esperança, pois tudo aquilo iria passar. Aika, desesperada, dizia que elas contariam juntas e trariam luz novamente a Meguro, contariam juntas e trariam novamente aquele lugar puro, cheio de vida, paz e muito amor, mas Malry estava muito fraca e ficando completamente sem forças, assim, Aika prometeu, jurando no último suspiro da amiga.
Ela decidiu então fazer mais pelo seu povo, que precisava espalhar amor por onde passasse, com suas canções calmas, que refletiam o amor que ela sentia pela vida e a paixão que tinha pela música que cada vez mais só aumentava. Se formando então em Medicina, a então Drª Aika, zelando pela recuperação de seu povo e pela promessa que fez a Malry, cuidava com o maior afeto do mundo de seus pacientes, todos de lá a conheciam como a voz de fada, ela transmitia paz, tinha um dom singelo, calmo, levava esperança e aconchego àqueles que precisavam. Com o tempo tudo foi se aquietando e Meguro foi voltando a ser o lar da esperança e amor. Aika, em homenagem a sua melhor amiga, em todo final de plantão cantava Sentimentos São, como uma forma de lembrar de Malry.
Nataline Tenório
Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Tiradentes - Unit