Filha do Sr. Tabuada e da Sra. Era uma Vez, Dra. Contaum nasceu em um povoado bem pequenininho do estado de Alagoas, chamado Onde Judas Perdeu as Botas. Seu pai era matemático e andava dizendo que seu número da sorte era o 1 e a sua mãe contava as histórias mais engraçadas e surpreendentes do mundo. A partir disso, surgiu a brilhante ideia do seu nome. A família, em busca de melhores oportunidades, mudou-se para a Cidade Coité do Nóia, onde seu pai conseguiu uma proposta de emprego para ensinar Matemática na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Contaum ganhou uma bolsa de estudos por ser uma menininha muito dedicada, passando a estudar Histórias Numéricas do Mundo Colorido Encantado, onde possuía como disciplina obrigatória de Contação de Histórias, Desenhos Encantados e Pinturas Coloridas, além de criar um mundo mágico. Aos 11 anos, embarcou no Trem da Alegria com os seus irmãos, tendo como finalidade levar todos os ensinamentos da sua Universidade, além de muito amor, brincadeiras, conversas e músicas para aqueles que estão passando por situações tão difíceis. E assim, levando tamanha alegria, a Dra. Contaum se encontrou na vida e entendeu que, nas pequenas atitudes, encontra-se a felicidade.
Maryanna Rios
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Imagimundos
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Imagimundos, filho do Senhor Desbravador e da Dona Asas da Imaginação, nasceu numa cidadezinha chamada Longiditudo, a única cidade de um pequeno planeta muito, muito distante chamado Pequeneta. Para Imagimundos, a sua maior diversão e seu momento favorito era quando a noite chegava e ele podia deitar na grama de uma pequena colina perto de sua casa, observando o céu estrelado e imaginando que cada estrela daquela era um mundo fantástico diferente, com criaturas e paisagens incríveis, somente à espera de serem visitados. Até que uma noite, ao observar as estrelas, ele percebeu um estranho brilho que mudava de cor e ficava cada vez mais forte e perto dele. Esse brilho na verdade era o Expresso Sorriso de Plantão, um grande trem colorido que viajava pelo universo espalhando sorrisos e alegria por todos os planetas que passavam e acolhendo todos aqueles que queriam se juntar nessa missão. Imagimundos viu, então, a oportunidade de realizar o seu sonho de conhecer todos os mundos que ele sempre imaginou e decidiu juntar-se ao expresso. Ele partiu para o planeta Nariz Vermelho, onde, na cidade de Coité do Nóia, ingressou na Universidade Sorriso de Plantão (USP) e matriculou-se nas matérias de Iniciação ao Estudo Planetário, Fisiologia da Imaginação e Bases da Contação de Histórias. Hoje, o agora formado Dr. Imagimundos sai no expresso cósmico todos os sábados junto com seus mais novos irmãos em busca de mais planetas desconhecidos, levando diversos vagões cheios de amor, abraços e diversão para todos os habitantes desse universo repleto de possibilidades, no qual o único limite é a sua própria imaginação.
Mateus Gabriel Rocha
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Puccini
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Opero Puccini nasceu em pleno festival de ópera na sua cidade, Musicolândia, na qual as pessoas estavam buscando maneiras de cantar de forma diferente. Desde cedo, identificou-se com as histórias e a forma como elas eram contadas. Amava livros e brinquedos interativos, principalmente aqueles que continham música. Numa noite, antes de dormir, Puccini ouviu um anúncio sobre uma companhia de ópera italiana que estava para se formar. Ele fechou os olhos e sonhou bastante um dia estar lá, mas era difícil alguém acreditar que uma criança poderia ir. Quando completou 7 anos, a família de Puccini fez uma surpresa para ele: permitiu que ele fosse fazer Operologia, um curso novo da Universidade Sorriso de Plantão (USP), em Coité do Noia, que juntava quem gosta de cantar e quem gosta de contar. Eles se mudaram, e lá Puccini recebeu o inusitado convite de seu professor de Contações Cantarolantes de Histórias para fazer um estágio naquela companhia que ele tanto sonhara. O professor era amigo do diretor e contara para este o quanto Puccini se esforçava para ser um grande operista. Ele passou 6 meses viajando e brincando na companhia, aprendeu italiano e voltou com uma enorme vontade de usar a música dessa forma diferente: para contar narrativas e histórias que mudassem a vida de qualquer pessoa que escutasse.
Mateus Moreira
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr. Perequetê
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Perequetê nasceu na cidade de Paranauê, um interior num sei lá de quê, que fica perto de num sei pra quê. Antes de ingressar na USP estudou capoeira na Escola de Belas Artes em sua cidade natal, mas por ser um péssimo lutador, foi expulso da escola uma vez que ao invés de lutar a capoeira, dava cambalhotas e contava piadas no lugar de cantar as músicas da dança.
Se formou na USP com pós-graduação em Bolinhas de Sabão e, no momento, faz Doutorado em Fundamentos da Cosquinha. Trabalha nos hospitais da Cidade de Maceió aplicando seus conhecimentos por onde passa e fazendo seus pacientes rirem até não saberem mais por quê!
Mateus Sá
Estudante do curso de Fonoaudiologia da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL.
Dr. Parafuso
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018, 2018/2019, 2019/2020, 2020/2021, 2021/2022, 2022/2023, 2023/2024
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Dona Porca e Seu Arruela eram um casal muito engraçado, que morava dentro de uma caixa de ferramentas. Depois que tiveram seu primeiro filho, Parafuso, a caixa ficou pequena para a família e eles resolveram se mudar pra cidade grande. Chegaram então em Coité do Nóia. Parafuso, para orgulho dos seus pais, foi logo aprovado no vestibular de Besteirologia da USP (Universidade Sorriso de Plantão) e virou um grande doutor. Hoje, ele é pós-graduado em Risadologia Aplicada à Saúde. Tem gente que diz que seu nome surgiu porque ele nasceu com um parafuso a menos. Mas não importa, o que sabemos é que por onde ele passa, distribui alegria e deixa todo mundo mais unido.
Matheus Damasceno
Acadêmico do curso de Direito do Centro Universitário Tiradentes - Unit
Dr. Camelo
Ano(s): 2017/2018
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Veio da terra dos Coqueiros Gigantes, onde decidiu ir a Coité do Nóia para estudar besterologia, com ênfase na ciência do improviso, e para logo depois ter especialidade em terapia dançante e aplicação do sorriso.
Filho de Don Ramon e Dona Maria Audrey, Camelonilson Bolseiro da Silva Pereira Costa do Pé de Feijão Machado de Orleans e Bragança José III Potter Derby de Dolores (esse é o seu nome completo) prefere ser chamado de Camelo.
Antes da graduação na USP, Dr. Camelo conviveu durante muito tempo no Monteiro do Dedo Verde, onde aprendeu como plantar alegria no coração das pessoas de tal forma que ela nunca seja arrancada, por estar firmada na esperança e no amor.
Ele gosta de animais engraçados e de pizza, muita pizza! Seu programa favorito é partir junto com seus irmãos com o trem para visitar as crianças e fazer amizade com todo mundo!
Matheus Véras
Acadêmico de Medicina do Centro Universitário CESMAC
Dra. Calmaí
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Dona Calmaria morava em um vilarejo que fica logo ali, ela vivia sozinha em uma casa fofa e era uma pessoa muito feliz e tranquila. De vez em quando gostava de passear pelo bosque cantarolando suas canções. Nesse bosque as árvores eram amarelas e mágicas. Dizia a lenda que se você fizesse um desejo e fosse verdadeiro, as árvores sentiam e o realizavam. Mas quase ninguém acreditava. Minha mãe queria muito uma criancinha para cuidar e dar amor, mas não queria casar, gostava de ser livre. Certo dia, em um de seus passeios ela ouviu um BUMMMM!.... Bem forte, como se alguma fruta tivesse caído do pé, chegando lá ela me disse que quase caiu pra trás quando me viu esparramada no chão, meus cabelos cacheados no meu rosto, ela também falou que eu estava enrolada em folhas amarelas e de olhinhos fechados. Ela conta que seu coração se encheu de amor ao me ver e eu acho que senti o mesmo, porque desde esse dia a gente não se desgruda. E foi assim que eu nasci. Foi assim que minha aventura começou, a natureza me entregou pra dona Calmaria, e ela me deu o nome de Calmaí. Eu sou muito risonha, qualquer coisa caiu na gargalhada, tenho muitos amigos(incluindo os animais que conversam comigo), também sou um pouco atrapalhadinha, fico viajando pelo mundo dentro da minha cabecinha, eu invento histórias de fantasia. Eu e minha mãe fazemos quase tudo juntas, sábado é o dia que eu mais gosto, nós passeamos no trem do sorriso. Lá, todo mundo me chama de Dra. Calmaí, porque brinco de cuidar, faço contação de histórias, amo as parlendas, é dia de muita alegria.
Maxilane Pereira
Acadêmica do curso de Pedagogia
Dra. Meraki
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Metropolitano de Alagoas
Em uma noite escura profunda, na calmaria do mar da ilha grega, uma forte luz surgiu iluminando todo o mar. Quando a luz diminuiu a sua intensidade, os moradores locais conseguiram abrir seus olhos e logo avistaram algo inesperado: uma criança.
A criança sem maiores delongas se apresentou. “Olá, sou a Meraki, filha e representante da senhora Luz. Tenho 7 anos, adoro brincar e ajudar a todos! Vim porque soube que precisavam de mim.” E então, ali Meraki ficou, contribuindo para que todos encontrassem seu brilho interior. Até que um dia ela foi chamada por sua mãe, Senhora Luz, que falou sobre um lugar chamado Coité do Nóia, onde a missão de todos era fazer o bem sem olhar à quem, nessa terra, aos sábados todos pegavam o trem com destino aos hospitais, e lá brincavam com outras crianças durante tardes inteiras.
Meraki adorou a ideia de poder juntar a diversão com a união para ajudar ao próximo. Desse modo, logo chegou ao Coité, onde se formou na USP (Universidade Sorriso de Plantão) em Iluminologia com especialidade no amor ao que se faz. Assim, se tornando a Dra. Meraki. Logo, Dra. Meraki passou a curar a dor com doses de riso e amor, colocando um pouquinho de si mesma, em tudo que fazia. E, assim, continuou auxiliando as pessoas a encontrarem a luz interior que existe em cada ser.
Mayara Kauanne
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Tico
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Dizem por aí que eu nasci de uma batida de tambor e um acorde meio torto de sanfona. Meu pai, Batuque, era mestre em transformar qualquer coisa em ritmo — até o silêncio. Já minha mãe, Harmonia, tinha o dom de fazer até uma panela velha soar como orquestra. Cresci no meio de instrumentos pendurados no varal, partituras rabiscadas nas paredes e conversas que mais pareciam cantigas. Era um lugar onde ninguém andava: todo mundo desfilava no compasso da alegria.
Nunca fui muito bom com as palavras... sempre me enrolava nos discursos, trocava os ditados, inventava rima onde não tinha. Mas a música... ah, a música sempre soube falar por mim. Quando não sei o que dizer, eu toco. E de algum jeito, as pessoas entendem.
Vivia atrás de sons novos e instrumentos diferentes. Fiz amizade com o padeiro que assobiava ópera, com a professora que ensinava matemática cantando, e até com o carteiro que batucava no guidão da bicicleta. Mas, num dia, sem nem entender direito como, fui parar em Coité do Nóia.
Lá, entre uma nota e outra do meu violino de lata e uma flautinha feita de canudo, conheci a palhaça Florzinha Jardins. Ela olhou pra mim com um sorriso daqueles que a gente só vê uma vez na vida e disse: — Você não é daqui, né? Você é do tipo que escuta a música que ninguém mais percebe. Naquele instante, sem que eu soubesse, ela me escolheu. E firmamos um laço que nem desafinação separa.
Foi assim que, sem entender direito se estava sonhando ou dançando um baião, caí de paraquedas no Trem do Sorriso de Plantão. Literalmente: tropecei num banquinho, rolei por um tambor e, quando vi, estava com um nariz vermelho no rosto e um ukulele na mão.
Hoje, sou o Dr. Tico, palhaço de hospital, maestro das risadas e tocador de tudo que faz barulho – menos silêncio. Estou por aí, afinando corações, regendo gargalhadas e lembrando a todos que, mesmo nos dias mais tristes, sempre tem uma musiquinha querendo nascer no fundo do peito.
Maycon Douglas Feitosa dos Santos
Técnico em Música
Dra. Polegarzinha
Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Na terra da Mãolandia havia quatro famílias bem apossadas. Todas as pessoas de uma
mesma família tinham o mesmo tamanho e a mesma profissão. A família Média era composta
de gigantes, eles eram jogadores de basquete. A família Indicadora era um pouco menor que
a Média, de lá vinham os juízes e os advogados. A família Anelar era fabricante de jóias e
anéis e a família Mindinho, por sua vez, era adestradora de borboletas e de todos os outros
animais.
Um dia, no entanto, nasceu uma criança muito diferente de todas as outras. Ela não
parecia com os seus familiares, tampouco com nenhuma outra família daquela terra. Ela era a
criança mais pequena da região e permaneceu assim ao longo de sua vida. O Sr. e a Sra.
Mindinho não sabiam o que fazer com aquela criança pequenininha, mas se dedicaram a
protegê-la e a amá-la muitíssimo. Por isso, eles adestraram uma borboleta para ela, para que a
borboleta levasse a menina para todo e qualquer lugar (só assim ela não correria o incidente
de ser pisada por alguém da família Média). Seus pais nomearam a menina de Polegarzinha,
já que ela era muito pequena e rechonchuda (agora, contudo, ela era magrinha, mas a altura
permanecia a mesma).
Faltava apenas encontrar uma profissão para Polegarzinha. O Sr. e a Sra. Mindinho
sabiam que ela amava contar histórias e espalhar a alegria para todos de Mãolandia. Foi por
isso que eles a convenceram a ir para Coité do Noia, onde havia uma Instituição para pessoas
que tinham as mesmas aspirações que ela. Montada em sua borboleta, Polegarzinho foi se
aventurar em Coité do Noia e se formou em Risologia Instantânea pela USP (Universidade
Sorriso de Plantão). Hoje em dia, ela é especialista em Contação Divertida e mestranda em
Improvisação Hilariante.
Polegarzinha espalha diversão por onde passa e nunca deixa de contar uma história
sequer.
Mayza Raynara
Acadêmica do curso de Nutrição da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dra. Folclora
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Dra. Folclora é natural de Coité do Noia e, desde pequena, sempre aprendera com seus pais a importância de passar adiante as lendas populares para manter viva a história de um povo, razão pela qual escrevera um enorme livro, que continha todas as manifestações folclóricas que conhecia: a Coletânea Folclórica de Todos os Povos, publicada pela editora Sorriso de Plantão. Certo dia, a pequena escritora percebeu que aquelas páginas não seriam o suficiente para garantir que o tão vasto conhecimento alcançasse todas as pessoas. Assim, ela decidiu a sua mais nova missão: quinzenalmente, reuniria-se com seus irmãos palhaços doutores para mexer com o imaginário das crianças e adultos e entreter a todos com todas as lendas populares, que estavam decoradas em sua mente, buscando garantir a valorização da memória popular e do poder do folclore. A partir de então, a jornada da Dra. Folclore começou em novos caminhos. Sentia-se cada vez mais que, assim como histórias folclóricas, os sorrisos obtidos nos plantões iriam perdurar por mais tempo que ela poderia imaginar. Nessa nova missão, novas edições da Coletânea Folclórica serão produzidas, relatando o quanto a cultura do sorriso se expande a cada dia.
Milena Cavalcante
Acadêmica de Medicina do Centro Universitário Cesmac
Dra. Palmeirinha
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital da Criança
Filha de seu Adubo e dona Semente, Palmeirinha sempre foi uma pessoa quieta, introspectiva e que não gostava muito de carinho, nem de transparecer seus sentimentos, mas isso era apenas uma forma de tentar não parecer ser vulnerável. Ela cresceu em um ambiente regado de muito amor e afeto, mas nunca conseguia externar tudo o que sentia. Um certo dia, sua vida mudou de cabeça para baixo quando teve que morar em Coité do Nóia, pois havia passado na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Tudo isso fazia parte do seu sonho: cuidar daqueles que cruzam o seu caminho. Lá, Palmeirinha encontrou outras pessoas que também compartilhavam do sentimento de não conseguir se expressar. Logo, viu que não estava sozinha. Assim, surgiu o desejo de mudar o seu jeito de ver as coisas. Com o passar do tempo, o seu coração foi amolecendo e Drª. Palmeirinha não tinha mais medo de mostrar o que sentia. Foi, então, quando ela se matriculou em matérias como Afetologia, Interpretação de Sentimentos e Adubação aplicada à Colheita de Empatia. Hoje em dia, faça chuva, faça sol, é só alegria e brincadeiras por onde passa, levando sombra e frescor, além de muita esperança e amor para todos!
Milena Cavalcante
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Tiradentes e Centro Universitário Tiradentes - Unit
Dra. Cintilante
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Em um reino mágico escondido entre as nuvens, nasceu uma iluminada fada, filha da
Sra. Cristal e do Sr. Radiante, a qual eles decidiram chamar de Cintilante. Essa jovem fada,
com o passar dos anos, ficou cada vez mais conhecida pela sua maneira de encarar a vida, por
espalhar alegria e felicidade onde quer que passe. Apesar dos momentos difíceis, sempre foi
bondosa e corajosa, levando luz e esperança para todos à sua volta. Seu verdadeiro objetivo
sempre foi alegrar e iluminar os habitantes do seu reino. Mas, num certo dia, uma cidade
próxima chamada Coité do Nóia, foi ameaçada por uma terrível escuridão. Determinada a
ajudar, Cintilante decidiu ir para lá e percebeu que a sua luz poderia iluminar não só o seu
Reino, como também a cidade de Coité e todos que ali moram. Quando a luz voltou a
iluminar a cidade e a ameaça foi cessada, Cintilante percebeu que ali poderia ser sua morada.
Conheceu um povo chamado Sorriso de Plantão e decidiu fazer parte, aprendendo lições
valiosas sobre amor, amizade, empatia e coragem. Tornou-se parte da família e juntos
iluminaram todos por onde passaram. Sem dúvidas, foi a melhor escolha que Cintilante
poderia ter feito.
Milenna Oliveira Nascimento
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário de Maceió - Unima
Dra. Oceanus
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Em uma terra muito distante, quando a neblina do alvorecer encontrava as ondas espumosas e suaves, um amor floresceu. Aquatilis, uma ninfa d'água, e Barbarossa, o pirata mais temido dos sete marés, juraram amor eterno com os raios solares de testemunha. Fruto desse amor, nasceu Oceanus, uma pequena menina encantadora, apaixonada pelo oceano, como seu nome a remetia. Apesar de ser bem doce, Oceanus não era totalmente aceita nos ambientes de nascimento dos seus pais. Tanto no fundo do mar, quanto na terra, os bichinhos a adoravam, mas as crianças não gostavam dela tanto assim, já que ela não era uma completa ninfa d'água e nem uma completa humana. Ao verem sua filha se tornar cada vez mais triste no lugar que mais amava, seus pais decidiram partir em busca de um lugar que a acolhesse. Depois de muita procura, encontraram um lugar chamado Coité do Noia, cheio de crianças únicas e amáveis que acolheram sua filha. Após muita discussão, decidiram deixar sua filha viver entre seus novos amigos e, quando a saudade deixasse o coração apertado, os três se reencontrariam no lugar em que seu amor nunca mudará, no mar.
Mirella Louise Mendonça Santos
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Só Lá
Ano(s): 2022/2023
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
O Sr. Universo e a Sr. Galáxia eram um casal que se amavam muito, completavam-se em suas brincadeiras e passaram anos aproveitando suas vidas juntos. Quando estavam mais velhos, tiveram sua primeira e única filha, Só Lá. Tão serelepe, ela vivia pulando de estrelas em estrelas, disparando raios de sol em vários planetas e jogando pós mágicos em seus familiares. O que seus pais mais amavam nela era a sua pureza, os seus abraços e os sorrisos para com todos. Certo dia, Só Lá resolveu se mudar para Coité do Noia, pois soube que lá tinha a melhor Universidade do mundo! Quando chegou à cidade, ela se encantou por tudo: cores, músicas, flores, mas girassóis virou sua paixão. Começou a estudar muito, e para orgulho de seus pais, ingressou na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, matriculou-se nas matérias Ensolarando o Mundo e Iluminoterapia. Bastante tagarela e brincalhona, por todo lugar que passa, espalha um pouquinho do seu rastro de luz. Mesmo o amarelo sendo a cor preferida da Dra. Só Lá, novas cores foram descobertas, acrescentando mais alegria em sua vida e no mundo!
Mirian Rebelo
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Magali
Ano(s): 2014/2015, 2015/2016
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
A menina Magali tem cinco anos de idade é um doce de criança, mas possui um apetite voraz. Ela come de tudo, sempre em alta velocidade, e sente fome o tempo todo, seus irmãos afirmam que toda sua comida vai para o seus dedinhos dos pés que são pequeninos e gorduchos. Ela é uma magricela que nunca engorda mesmo comendo uma melancia inteira sua fruta predileta. Dra. Magali sempre foi estudiosa, mas já que não arrumou um casamento, resolveu fazer Besterologia na USP (Universidade Sorriso de Plantão), especialista na arte da sedução, roubadora de corações pequeninos, mesmo sendo a encalhada de plantão arrasta admiradores por onde passa, rainha da cocada colorida ela jura que é puro charme.