Ano(s): 2023/2024
Hospital: Hospital Escola Dr. Hélvio Auto
Hipocampo vem de um reino muito distante e esquecido debaixo d`água: a Atlântida. Sempre foi muito curioso sobre o mundo ao seu redor e acima da superfície, além de ser muito esquecido. Só não esquecia a sua cabeça porque estava grudado a ela! Era apaixonado por animais, e tinha um cachorro-marinho chamado Mar-cão. Seu sonho era encontrar o raríssimo hipocampo: um cavalo marinho azul, que, segundo a lenda, era capaz de alegrar a todos com sua bondade e carisma inigualáveis. Entretanto, por algum motivo, habitava águas desconhecidas, já tendo povoado Atlântida em tempos antigos. Certo dia, enquanto nadava com seu Mar-cão pelos campos próximos de sua casa, Hipocampo esqueceu o caminho de volta, até se deparar com um navio encalhado. Ele emitia uma luz forte em seu interior, tal que decidiu investigar o que era. Chegando ao navio, viu que a luz vinha de um baú antigo e bastante desgastado, com uma marca de um cavalo marinho. Ao abri-lo, encontrou uma flauta mágica! Assustado, mas bastante curioso, decidiu soprar algumas notas, que foram levadas pela correnteza até o horizonte. De repente, um lindo rebanho de hipocampos apareceu, conduzindo-o até sua casa. Desde então, Hipocampo e seus companheiros do fundo do mar criaram fortes laços de amizade, que aproximaram novamente os hipocampos à Atlântida. Dessa forma, cativaram a todos com o poder de sua flauta mágica, criando boas memórias por onde passavam. Assim, motivado por sua curiosidade, atravessou o oceano por uma correnteza musical com seus cavalos-marinhos até o mundo terrestre, em Coité do Nóia. Lá, prestou vestibular para Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde cursou Lembrançologia e Flautoterapia, encontrando irmãos palhaços que pensavam assim como ele. Atualmente, aos sábados, honrando os seus amiguinhos subaquáticos, tenta tornar o mundo mais alegre, musical e divertido.
Gabriel Cunha
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dr. Lebraldo
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Nascido na terra delosportes, um região de coité do nóia. minha vida tem inicio com uma bela história de dois grandes amigos que sonhavam em ter filhos, Lebron e Ronaldo, mas sempre tiveram muito medo de enfrentar a barra de criar filhos sozinhos. Então, se juntaram! Pediram a cegonha que trouxesse um filho metade parecido com um e metade do outro. Assim, a cegonha me trouxe do jeitinho que eles pediram. Sou brincalhão, meio estabanado, me formei na USP em brincatividade esportiva, adoro todos esportes, mas o basquete e o futebol são meus preferidos, adoro musica e violão. As vezes me machuco, entretanto dou a volta por cima com muita alegria igual meu pai Ronaldo. As vezes eu erro no lance decisivo do jogo ou da minha vidinha, mas sempre peço a bola pra ajudar o time igual meu pai lenbron. Todo sabado estou de carona no trem que vem la de coité, cheio de alegria!
Gabriel Ferro
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Dr. Batuque
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Em uma terra muito distante, conhecida por ser o Reino da Música, existia um garoto que amava sons e conseguia fazer melodias em qualquer ritmo. Os seus pais eram responsáveis por construir os instrumentos desse reino e ele não podia mexer, pois estava predestinado de acordo com sua família a ser um construtor também, porém ele, que já era intitulado por alguns de “Batuque”, não conseguia se segurar e tocava todos os instrumentos escondido, passando a ser o maior dominador oculto da música, pois tinha o dom de tocar todos esses de forma perfeita. Entretanto, um certo dia, seus pais o pegaram tocando e ficaram encantados, perguntaram para o Batuque qual instrumento ele mais amava: bateria foi a resposta. Depois disso, passou a receber total apoio, praticando todos os dias sem cessar. Por fim, ele acabou sendo notado pelo Rei deste Reino, que o viu tocando no centro da cidade com 2 latinhas, ficando perplexo pelo dom do Batuque. Assim, decidiu investir no garoto, mandando-o para o Coité do Nóia para estudar na Universidade Sorriso de Plantão (USP) no curso de Sorrisos através da Música, onde ficou por anos aperfeiçoando-se. Sendo assim, começou a viajar com os seus irmãos em alguns locais, fazendo todos rirem e dançarem por meio da música com suas baquetas. Batuque se tornou a pessoa mais feliz do mundo, pois, para ele , o sorriso cura a alma de qualquer pessoa em qualquer ambiente.
Gabriel Nunes Macêdo
Acadêmico de Medicina (UNIMA)
Dr. Allan Thóide
Ano(s): 2014/2015
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Meu nome é Allan Thóide, filho de Odin e irmão bastardo de Thor. Renegado pela família dos mamíferos, fui condenado a viver na Terra junto aos humanos e obrigado a esquecer minha descendência divina, mas ainda mantive o Thóide, meu nome verdadeiro.
Aqui no planeta, me formei em Besteirologia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão) e fiz pós graduação em Síndrome da Gargalhada Aguda Embrionária pela University of Embriological Cordon Umbilicalization. Atualmente, atuo com meu martelo vermelho em enfermarias, distribuindo sorrisos e recolhendo carinho de crianças com os superpoderes do amor.
Gabriel Silvestre
Estudante do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - UFAL.
Dra Chiliquinhos
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
Chiliquinhos não sabia ao certo de onde vinha, mas dizem os estudiosos celestes que ela nasceu de uma supernova, enquanto o mundo dormia e o céu dançava distraído. E que ironia do destino: fruto de uma explosão de estrelas, diante da imensidão do universo, a sua estrela cadente pousou justamente numa cidadezinha no meio do nada: Coité.
Nessa pequena cidade, ela resolveu ir atrás de respostas: o porquê das coisas, como o mundo funcionava e a razão de tudo. Afinal, ela nunca se contentou com respostas rasas; queria mergulhar de cabeça em tudo que via pela frente. Em Coité, Chiliquinhos e sua estrela de estimação, Lico, logo foram recebidos por seus irmãos. Irmãos tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais — talvez fosse o vermelho do nariz... E quando tudo parecia diferente entre eles, como propósito, personalidade, estilo musical, doce favorito ou até mesmo a cor das meias, Chiliquinhos percebeu que, no fundo, era tudo igual. Era algo que não se tocava, não se explicava ou sequer se enxergava, mas que se sentia.
Em meio às aventuras de trem, as estações pareciam corredores sem cor, salas com um silêncio ensurdecedor e pessoas que corriam sem direção. Mas Chiliquinhos, com seu jeito implicante, meio atrapalhado, impaciente e cheio de bobagem, logo quis deixar tudo com a sua cara. Quis trazer o verde que chegava diante de seus olhos, a música que ditava as batidas do seu coração e todo o carinho que queria dar, mesmo que em forma de explosão estelar.
E no meio da viagem, ela descobriu que, enquanto tentava abraçar o mundo, carregava um universo dentro de si. As respostas sempre estiveram com ela, e tudo o que pensou doar, na verdade, também recebeu. Recebeu a energia que sua estrela precisava para continuar luminosa e com toda a intensidade.
É… talvez não soubesse de onde veio ou para onde ia, mas tinha certeza de que queria passar por todas as estações possíveis.
Gabriela Calaça Calheiros Braga Apolinário
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Afya de Maceió
Drª. Tabuada
Ano(s): 2016/2017, 2017/2018, 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Gerada pelo seu pai Pitágoras e a mãe chamada Matemática, no universo mágico chamado Grécia, aterrissou em Coité do Noia, onde reside com seus 1000 irmãos. Graduanda em Risenharia na USP (Universidade Sorriso de Plantão), todos os sábados pega o trem em direção aos Hospitais, para subtrair a dor, somar as alegrias, multiplicar os risos e dividir a amizade!!
Gabriela Dias
Acadêmica do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
Drª. Bileta
Ano(s): 2018/2019
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Drª. Bileta filha da dona Razão e do seu Esquecimento, nascida entre as flores, formada em Felicidades pela Universidade Sorriso de Plantão, sua mãezinha com sua criatividade lhe ajudava a dar voos gigantescos, após algum tempo ela saio sentindo a necessidade de levar vida através de sorrisos, tudo para ela tinha e tem sabor de palavras engraçadas que dirá em cada momento, acumulou energia para voar e fazer não só o estômago sentir a sensação de borboletas, mas também o coração. Sua próxima fase foi sua transformação em borboleta, e hoje tem no peito um sonho incrível de voar sempre cada vez mais alto.
Gabriela Gomes
Acadêmica do curso de Nutrição do Centro Universitário Cesmac
Dra. Ronrom
Ano(s): 2024/2025, 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Dra Ronrom nasceu na cidade de Felinolândia, onde a sua mãe, Srta. Miamiau, e a sua avó, Dona Dindinha, cuidaram dela durante toda a sua vida com muito amor e dedicação. Todas as vezes que seu pai, o Sr. Sensibilidade, perguntava o que Ronrom queria ser quando crescesse, ela respondia: "eu vou ser palhaça de hospital!". O seu vovô Sr. Literário sempre soube que Ronrom era diferente e não poupou esforços para mandá-la para a melhor Universidade do mundo, a Universidade Sorriso de Plantão (USP), para realizar o seu sonho de ser doutora. Foi quando Ronrom se mudou para Coité do Noia para cursar Palhaçadalologias na USP, onde aprendeu a vibrar na frequência do amor. Em seguida, fez seu mestrado em Curamorlogia até que, enfim, tornou-se doutora em Divertidologia do Riso.
Gabriela Maria Silva Monteiro
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário de Maceió - Unima
Dra. Aviadora morava na Normaulândia, próximo ao Vale do Tédio. Lá, tudo era muito normal e ninguém acreditava nas coisas mágicas que ela contava. Por isso, costumavam chama-la de Aviadora, pois diziam que ela vivia com a cabeça nas nuvens. Fazendo jus ao seu nome, tornou-se palhaça doutora quando aprendeu a pilotar avião. Assim, em uma de suas viagens magníficas, do alto em meio as nuvens, ela avistou um telhado todo colorido. Ao pousar lá, descobriu que era a Universidade Sorriso de Plantão (USP), espaço onde poderia se aperfeiçoar na rate da palhaçaria. Ela nunca mais voltou para casa, já que se tornou Anestesista de Corações Partidos. Desde então, é muito feliz com sua nova família no Coité do Nóia.
Gabriela Sandy Vita
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Gliterinda
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol
Era uma vez um livro encantado chamado “O Segredo Cintilante”, escondido na última prateleira da Biblioteca do Arco-Íris, na cidade voadora de Brilhaluz, onde as nuvens eram feitas de algodão-doce e os rios corriam com suco borbulhante de framboesa encantada. Um dia, entre as páginas cor-de-rosa e douradas desse livro mágico, nasceu uma pequena fada cintilante com asas de papel laminado: Gliterinda. Filha do Poeta Purpurino e da Costureira de Sonhos Madame Lantejoula, Gliterinda foi criada em meio a poesias que flutuavam no ar e vestidos feitos com fios de riso. Desde bebê, sua gargalhada fazia brotar confetes das flores, e seu voo deixava rastros brilhantes por onde passava. Crescendo entre as páginas vivas do livro, Gliterinda se encantava com os relatos de criaturas fantásticas que pintavam arco-íris nas tempestades e colavam sorrisos partidos com histórias engraçadas. Mas, apesar de tanta magia, ela sentia um chamado diferente: queria viver suas próprias histórias, fora das páginas. Certa manhã de sol com cheiro de carambola caramelada, ela decidiu sair do livro, levando no bolso seu pozinho de alegria. Voou por jardins encantados, cachoeiras de chantilly e túneis de trocadilhos atrapalhados, até pousar suavemente no portão dourado da Universidade Sorriso de Plantão (USP). Lá, encontrou outros seres encantados com narizes vermelhos, brilhos nos olhos e sapatos engraçados. Sentiu-se em casa. Com entusiasmo, matriculou-se na Graduação em Palhaçologia com especialidade em Risosologia Aplicada. Gliterinda, agora fada-palhaça formada, passou a espalhar alegria por hospitais e corações, sempre acompanhada de seus irmãos de nariz vermelho, certa de que a vida é muito mais bonita quando se estuda a arte de fazer sorrir.
Gabriella Vasconcelos Salvador Duarte
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Drª. Xeque-Mate
Ano(s): 2019/2020
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Filha do rei e da rainha de uma Terra quadra, plana e pintada de preto e branco, Xeque Mate tinha como amigos um cavalo, uma torre, um bispo e um peão, porém, sentia-se muito diferente de todos por conta de seu espírito colorido e aventureiro. A princesinha da terra em forma de caixa sempre gostou de inventar e contar histórias fazendo todos darem muitas risadas. Assim, descobriu seu talento e, para seguir seu caminho, prestou vestibular e passou na Universidade Sorriso de Plantão (USP). Logo, mudou-se para o Coité Nóia e foi recebida por uma família gigante e carinhosa. Ela se sentia um pouco diferente, pois todos lá tinham o nariz vermelho, mas em sua formatura foi presenteada com o seu narizinho. Tornou-se, então, a Dra. Xeque Mate, que é formada no Curso de Lógica da inventologia pela USP (Universidade sorriso de plantão), fez especialização em contadoria de histórias pela UEUV (Universidade Era Uma Vez), é mestrada em Besterologia pela Universidade da Risada e Brincadeira (URB) e Doutora em Jogos Sem Cores Coloridos pela Universidade da Alegria e das Cores (UAC). Dra. Xeque Mate vai sábado sim, sábado não, de trem junto com seus irmãos de nariz vermelho usar seus talentos para arrancar gargalhadas de crianças em hospitais de Maceió.
Gabrielle Acioly
Acadêmica do curso de Medicina do Centro Universitário Tiradentes - Unit
Dra. Amorllet
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Dra. Amorllet nasceu na cidade chamada de “Faz do meu nada amor”, onde seus habitantes eram o amor de alguém. Amorllet sempre foi muito extrovertida, falante, apaixonada por ballet e, desde muito pequeninha, sensibilizava-se com o próximo. Sua mãe Paixonite e seu pai Coração sempre ensinaram que tudo que Amorllet fosse fazer deveria ser feito com amor, pois, assim, ela estaria dando o seu melhor. Mesmo quando pensava que não fosse capaz, lembrava que o amor cura a alma, transforma o nosso ser e muda todo o ambiente. Sendo assim, Amorllet como sempre obediente, ficava pensando em como poderia seguir esses ensinamentos dos pais, pois queria fazer mais pelas pessoas e levar todo esse amor por onde fosse. Foi aí que, conversando com dona Paixonite, ela contou que tinha conhecido uma família na cidade de Coité do Nóia, e que lá tinham palhaços de hospitais que levavam amor para as pessoas que estavam internadas. Na mesma hora, Amorllet não teve dúvidas que também queria fazer parte desse lugar. Indo até a cidade, descobriu que precisava passar na Universidade Sorriso de Plantão (USP) e assim fez. Com muita dedicação, passou por todo processo necessário e conseguiu se formar em Amorologia, com ênfase em Sorrisologia, tornando-se uma Palhaça de Hospital, realizando o que, um dia, foi um sonho: levar amor de todas as formas possíveis, para todas as pessoas possíveis.
Gabrielle Melo Lima Soares de Amorim
Acadêmica de Fonoaudiologia (UNCISAL)
Dra. Alforreca
Ano(s): 2024/2025
Hospital: Hospital da Criança
Alforreca é filha de uma agua-vivologista, muito apaixonada pelo mar e pelas criaturas marinhas. Sua mãe decidiu homenagear essa paixão colocando o nome de sua querida filha de Alforreca. A pequena Alforreca sempre se sentiu muito sozinha por ser filha única e não tinha muitos amigos por está sempre viajando. Isso a deixava muito triste. Depois de explorar os oceanos do mundo, mãe e filha se mudaram para Coité do Nóia, em busca de uma nova aventura. Ela decidiu entrar na Universidade Sorriso de Plantão (USP), onde estudou Historiaslogia com especialização em Contos de Fadas e Histórias de Pescador, mas, Alforreca ainda se sentia muita sozinha. Foi então que conheceu a Dra. Florzinha Jardins, que tinha muitos filhos. Todo sábado, eles embarcavam no Trem para levar alegria para as pessoas. Alforreca ficou encantada e pediu para fazer parte da família. Assim, a pequena ganhou muitos irmãos para brincar e espalhar amor e alegria.
Gabriely Santos Melo
Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Dra. Patodavida
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital da Criança
Na vila de Patoscópia, onde todos os patos agiam igual, vivia Patodavida, uma pata cheia de energia, extremamente desastrada e de coração enorme. Enquanto os outros só faziam as mesmas coisas, ela adorava conversar, rir e contar histórias. As duas histórias que ela mais gosta de contar são a de como ela perdeu seu bico quando foi escovar os dentes e como descobriu a Universidade Sorriso de Plantão (USP). Ah, o que é USP? Vou explicar!
Um belo dia, a linda patinha Patodavida, descobriu na internet dos patos (Patobook) a incrível Universidade Sorriso de Plantão (USP), com um curso perfeito para ela: Quackriso — a arte de espalhar felicidade no melhor estilo pato!
Sem medo, arrumou suas coisas e partiu para essa aventura. Na USP, Patodavida se destacou: usava seu Andador Quacktico (que aprendeu a fazer no Patocraft), pilotava uma cadeira Patoroad e, nos dias especiais, deslizava na super-rara Cadeira Quack Navigator, deixando todos impressionados! Mas sabe o que é mais legal? Ela sempre acolhia todos ao seu redor, ajudava quem estava triste com um Patosbraço e mostrava que ser diferente é Quacktástico!
Gabryelle de Oliveira Emídio
Acadêmica do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Dra. Vrum Vrum
Ano(s): 2025/2026
Hospital: Hospital Geral do Estado de Alagoas
Lá em Coité do Nóia, uma cidadezinha encantada escondida entre as nuvens, nasceu uma palhaça muito especial: a Dra. Vrum Vrum. Mas ela não era uma palhaça comum! Desde pequenininha, ela adorava velocidade, vento no rosto e aventuras com o coração batendo mais forte que zabumba em festa junina. Tudo começou quando ela ganhou uma moto azul-metálico mágica, presente da sua mãe Florzinha Jardim, assim que passou na USP (Universidade Sorriso de Plantão). Essa moto não precisava de gasolina, só de gargalhadas, e a cada vez que alguém sorria, ela ganhava mais força para acelerar. A Dra. Vrum Vrum logo descobriu que sua missão era muito especial: levar alegria para os hospitais, onde crianças e adultos precisavam de doses gigantes de risadas e carinho. Com seu capacete cheio de estrelas e seu jaleco colorido com bolsos que soltavam fumacinhas, ela subia na mototransporte mágica e dizia:
— Vruuuum, vruuuum! Roda que roda, vamos rodar, onde tem tristeza, vou chegar pra alegrar!
E como num passe de mágica, a moto voava por cima das nuvens, dava cambalhotas no céu e pousava suavemente nos corredores dos hospitais. Lá, Dra. Vrum Vrum espalhava brilho, fazia caretas dançantes, contava histórias intrigantes, e cantava e dançava músicas de todos os ritmos. Dizem por aí que, quando você escuta um "vruuuum" suave vindo da janela, é sinal de que a Dra. Vrum Vrum está chegando, pronta para transformar lágrimas em risos e abraços em superpoderes de cura!
Geovanna Dayane Gomes Bispo
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Fedral de Alagoas - Ufal
Por causa de muito amor e carinho entre dona Moreninha e seu Lengado, nasceu, na cidade de Coité do Nóia - AL, uma linda garotinha, muito molinha, muito dorminhoca, amada por toda sua família e cheia de luz. Seus pais decidiram juntar seus nomes para dar o nome à linda menina. Ela foi chamada de Mó Lenga.
Mó Lenga ganhou um irmãozinho chamado Jujuzinho, o qual amava e com quem brincava muito, todos os dias. Logo em seguida, ganhou uma cachorrinha chamada Fofucha, que completou a alegria da casa.
Mó Lenga é extremamente desastrada e desatenta, chegando a ser encontrada o tempo todo se levantando do chão por ter tropeçado, por ter sentido fraqueza nas pernas, por ter "trombado" em alguma coisa. Por isso, a linda menina sempre fez sua família rir muito, mas, não só por isso, pois, além de desastrada, ela sempre foi muito brincalhona.
A menina Mó Lenga cresceu e se formou no curso de Besteirologia pela USP (Universidade Sorriso de Plantão). Em sua pesquisa de doutorado, desenvolveu a fórmula secreta que cura patologias extintoras da alegria, essa fórmula foi chamada de "AmoRiso", e é produzida à base de um "pozinho" rosa que ela encontrou no chão da USP, depois de levar um tombo à caminho do Laboratório de Análises Sorrisais e Besteirológicas, onde desenvolveu sua pesquisa. Essa fórmula é aplicada gratuitamente pela Drª. Mó Lenga todos os sábados, em seus plantões, na clínica Daisy Brêda. Na verdade, ela cobra apenas um valor simbólico: um quilo de sorriso não perecível.
Géssica Gabrielle
Acadêmica de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL